Investigação in vitro da atividade antifúngica de novos compostos derivados de Pirazois

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Data
2012-05-21Autor
Oliveira, Simone Gomes Dias de
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Diversos medicamentos antifungicos vêm sendo sugeridos para o tratamento da estomatite protética porém problemas como toxidade e resistência antimicrobiana podem ser observados. Este estudo objetivou avaliar in vitro o potencial antifúngico, anti-enzimático e citotóxico de novos compostos pirazolínicos. Utilizou-se cepas de Candida albicans(33), C. parapsilosis(2), C. famata(2), C. glabrata(2), C. lipolytica(2). A atividade antifúngica foi avaliada pela Concentração Inibitória Mínima (CIM) e Fungicida Mínima (CFM). A atividade anti-enzimática foi determinada em meios ágar proteinase e fosfolipase. Para o teste de citotoxidade, foram utilizados fibroblastos (3T3/NIH) e avaliado através de ensaio colorimétrico. Os dados foram submetidos aos testes ANOVA e Correlação de Spearman. Os resultados foram: CIM e CFM>15,6Sgml para C. albicans; CIM e CFM>62,5 Sgml para C. parapsilosis; CIM e CFM=62,5 Sgml para C. famata; CIM e CFM=125 Sgml para C. glabrata e CIM=15,6 Sgml para C. lipolytica. Os valores médios de fosfolipase e proteinase (Pz) de C. albicans antes e após a exposição foram respectivamente: 0,2 (±0,022) e 0,6 (±0,024) ; 0,3(±0,04) e 0,9(±0,074) . Estes resultados não foram estatisticamente significantes para proteinase, porém significantes para fosfolipase (p=0,01), sendo a concentração de 15,6 Sgml a mais efetiva. Não foram observadas diferenças estatísticas entre os grupos testados e o controle quanto à citotoxidade. Concluiu-se que os derivados pirazolínicos são promissores agentes antifúngicos, seja através da morte das leveduras ou inibição da sua atividade enzimática, além de apresentarem baixa citotoxidade
