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Avaliação da sobrevida e de marcadores histomorfológicos como potenciais fatores prognósticos para carcinoma de células escamosas em cães e gatos

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dissertacao_taina_guim.pdf (1.031Mb)
Data
2010-02-26
Autor
Guim, Tainã Normanton
Metadata
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Resumo
Carcinoma de células escamosas (CCE) é um neoplasma cutâneo maligno comumente observado no cão e no gato. Especialmente em nosso país, o CCE representa um problema sério, uma vez que a exposição crônica à radiação ultravioleta é um dos fatores importantes para o desenvolvimento da doença. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo estabelecer marcadores histomorfológicos como fatores prognósticos e determinar o tempo e a estimativa de sobrevida de cães e gatos portadores de CCEs cutâneos. Foi realizado um levantamento dos casos de CCEs em cães e gatos diagnosticados no Laboratório Regional de Diagnóstico da Universidade Federal de Pelotas, durante o período de 1999 a 2009. Foram recuperadas 50 amostras provenientes de biópsias e/ou necropsias. Do total de casos estudados, 24 animais portadores da doença foram acompanhados durante um período de um ano. Neste estudo, utilizou-se o grau histológico e o tempo de sobrevida como critério de avaliação prognóstica. Os parâmetros histológicos avaliados como: infiltrado linfoplasmacítico peritumoral, eosinofilia tecidual associada a tumores, índice mitótico, arranjo, invasão para tecidos adjacentes, êmbolo vascular sanguíneo e/ou linfático, desmoplasia e quantificação das AgNORs, foram confrontados com o grau histológico e com a sobrevida dos animais acometidos. Quando os parâmetros histológicos foram confrontados com a sobrevida, observou-se relação estatística significativa com a intensidade de invasão para tecidos adjacentes (p<0,05) e, quando confrontados com o grau histológico, a invasão somente para CCEs pouco diferenciados e a desmoplasia foram estatisticamente significativos (p<0,05). No presente estudo, a estimativa de sobrevida para animais portadores de CCEs cutâneos foi 23,4% em um ano, independentemente de terem sido tratados ou não. A partir dos resultados obtidos, concluiu-se que a intensidade de invasão é um fator prognóstico preditivo importante para CCEs cutâneos em cães e gatos. Os demais parâmetros avaliados não mostraram relação com o grau histológico e/ou com a sobrevida, dessa forma, não são considerados fatores prognósticos preditivos. O tempo e a estimativa de sobrevida foram baixos e, portanto, o prognóstico para cães e gatos portadores de CCEs cutâneos é, de um modo geral, desfavorável.
URI
https://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/2558
Collections
  • PPGV: Dissertações e Teses [444]

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