Qualidade de sementes de arroz de sequeiro utilizado na agricultura familiar em Araguatins– TO

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Data
2015-06-02Autor
Leite, Márcio Rogério Pereira
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Este trabalho teve como objetivo comparar a qualidade fisiológica, ao longo do armazenamento, de dois tipos de sementes de arroz de sequeiro separadas durante a debulha, pelos agricultores familiares de Araguatins - TO. O experimento foi implantado no Instituto Federal do Tocantins Campus Araguatins, como também foram enviados amostras para serem analisadas no laboratório de análise de sementes da Universidade Federal de Pelotas, no início e no final do período de armazenamento. Foram utilizadas
sementes de arroz de sequeiro, cultivar Agulhinha. Os tratamentos constituíram-se da combinação das formas de obtenção das sementes, ou seja, obtidas sob a bancada de debulha, denominada Semente Tipo 1 e sementes que durante o processo de debulha saltaram para longe da bancada (mais de um metro), chamadas de Semente Tipo 2, combinando-se com 6 épocas de avaliação (40, 70, 100, 130, 160 e 190 dias após a colheita), totalizando 12 tratamentos experimentais, com quatro repetições. Avaliou-se germinação; emergência em campo e laboratório; primeira contagem; índice de velocidade de emergência e massa de 1000 sementes. Conclui-se que não houve diferença significativa entres os tratamentos TIPO
1e TIPO 2 em todas as variáveis resposta, exceção daquelas dos 40, 100 e 130 dias após a colheita, na emergência em laboratório. O sistema de seleção de sementes de arroz de sequeiro utilizado pelos agricultores familiares de Araguatins – TO não é eficiente na separação por qualidade fisiológica.
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