Metodologia alternativa para o teste de germinação em sementes de híbridos de milho tratadas quimicamente
Resumo
O milho (Zea mays L.) é a segunda maior cultura de importância na produção agrícola no Brasil. Sabe-se que a semente é um dos principais insumos da agricultura e sua qualidade é um dos fatores primordiais para o estabelecimento da espécie. Com o intuito de manter a qualidade fisiológica, o tratamento de sementes tem sido utilizado como ferramenta de proteção tanto no campo como no armazenamento. Desta forma, este trabalho teve como objetivo, identificar quais as condições mais adequadas para avaliação do teste de germinação em sementes de milho através da utilização de
diferentes substratos. Foram realizados dois ensaios para o desenvolvimento do trabalho. No ensaio 1 foi utilizado o híbrido Morgan 30A37 PWV num esquema fatorial de cinco substratos com oito tratamentos químicos. As sementes foram tratadas industrialmente com os seguintes inseticidas: Inside FS, Inside FS + Maestro FS, Maestro FS, Poncho, Inside FS + BioCoat Corn, Inside FS + Maestro FS + BioCoat Corn e Maestro FS + BioCoat Corn. Já para o ensaio 2, o híbrido utilizado foi o FS533 PWV em um esquema fatorial de cinco substratos e cinco tratamentos, neste as sementes receberam o
tratamento industrial com os inseticidas: Inside FS, Inside FS + Maestro FS, Maestro FS e Poncho. Ambos os ensaios foram submetidos a duas temperaturas (20°C e 25°C) e cinco substratos (papel germitest®; papel germitest® + areia; papel germitest® + solo; papel germitest® + carvão e papel pardo). Os substratos mais indicados para instalação do teste de germinação em sementes de milho tratadas quimicamente foram pepel pardo e germitest® + carvão. E a temperatura de 20°C é a que possibilita o desenvolvimento mais uniforme e rápido de plântulas normais no teste de germinação em sementes de híbrido de milho tratadas.
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