• português (Brasil)
    • English
    • español
  • português (Brasil) 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Entrar
Ver item 
  •   Página inicial
  • Centro de Desenvolvimento Tecnológico - CDTec
  • Pós-Graduação em Biotecnologia - PPGBiotec
  • PPGBiotec: Dissertações e Teses
  • Ver item
  •   Página inicial
  • Centro de Desenvolvimento Tecnológico - CDTec
  • Pós-Graduação em Biotecnologia - PPGBiotec
  • PPGBiotec: Dissertações e Teses
  • Ver item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Avaliação da capacidade imunomoduladora de extratos de própolis verde em animais vacinados com herpesvírus suíno tipo 1 (SuHV-1) ou herpesvírus bovino tipo 5 (BoHV -5)

Thumbnail
Visualizar/Abrir
tese_geferson_fischer.pdf (1.121Mb)
Data
2007-02-28
Autor
Fischer, Geferson
Metadata
Mostrar registro completo
Resumo
A formulação de vacinas frequentemente requer o uso de adjuvantes que prolongam ou potencializam as respostas imunes humoral e/ou celular. Atualmente, muitas vacinas são formuladas a partir de substâncias como o hidróxido de alumínio ou emulsões oleosas, específicas para uso veterinário. Contudo, tem sido crescente o interesse pela avaliação de substâncias naturais com potencial adjuvante, como os extratos derivados de plantas. A própolis, produzida pelas abelhas a partir de exsudatos coletados de plantas, tem despertado o interesse de pesquisadores em função das inúmeras propriedades bioativas relatadas, como ação antiviral, antiinflamatória e antitumoral. Além disso, apesar de desconhecidos muitos dos mecanismos de ação, a própolis apresenta atividade sobre o sistema imune. O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade imunomoduladora de um extrato etanólico da própolis verde brasileira, quando utilizado como adjuvante em vacinas inativadas contra o herpesvírus suíno tipo 1 (SuHV-1) ou herpesvírus bovino tipo 5 (BoHV-5). A adição de 5 mg/dose do extrato a uma vacina com hidróxido de alumínio contra o SuHV-1 incrementou a resposta imune humoral de camundongos, quando comparado com a mesma vacina sem própolis (P<0,01). Este efeito foi mais evidente quando a vacina foi diluída (1:4 e 1:8), podendo-se observar um aumento no título de anticorpos neutralizantes, expresso em log2, que passou de 3 para 4,48 e de 2,18 para 4,48, respectivamente, sugerindo que quanto menor a massa antigênica ou menos imunogênico o antígeno, mais pronunciado é o efeito adjuvante da própolis. Quando a própolis foi utilizada isoladamente com o antígeno, não foi observado aumento no título de anticorpos neutralizantes, determinado por soroneutralização. Além de incrementar a resposta imune humoral, o uso da própolis também aumentou a resposta celular, elevando a síntese de mRNA de IFN-? nos esplenócitos dos camundongos, mensurada pela técnica de RT-PCR. Este aumento foi observado inclusive no grupo de animais imunizados somente com antígeno e própolis, contrariando os resultados da resposta humoral. O efeito adjuvante da própolis foi evidenciado também quando camundongos foram desafiados com 31,6 doses letais do SuHV-1, 21 após a segunda inoculação. A adição da própolis à vacina com hidróxido de alumínio aumentou o percentual de animais protegidos, especialmente nas maiores diluições, em comparação à vacina sem própolis. Resultado semelhante foi observado no grupo de animas vacinados somente com própolis e antígeno. A associação de 40 mg/dose do extrato etanólico de própolis verde à vacina oleosa contra BoHV-5 aumentou o título de anticorpos neutralizantes de bovinos (P<0,01), quando comparado à vacina sem própolis. Trinta dias após a segunda vacinação, o título passou de 35 para 54 e aumentou de 43 para 67, trinta dias após a terceira vacinação. Além disso, houve aumento no percentual de animais com títulos elevados, acima de 32. A inclusão de 20 mg/dose do extrato não alterou a resposta humoral. A análise cromatográfica da própolis por HPLC revelou altos níveis de compostos fenólicos como o artepillin C e derivados do ácido cinâmico, que podem ter sido as principais substâncias com ação sobre o sistema imunológico. Portanto, o extrato etanólico de própolis verde atuou como uma substância adjuvante, incrementando as respostas imunes humoral e celular em camundongos e humoral em bovinos, melhorando a eficiência das vacinas experimentais.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/1246
Collections
  • PPGBiotec: Dissertações e Teses [187]

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
Atmire NV
 

 

Navegar

Todo o repositórioComunidades e ColeçõesData do documentoAutoresOrientadoresTítulosAssuntosÁreas de Conhecimento (CNPq)DepartamentosProgramasTipos de DocumentoTipos de AcessoEsta coleçãoData do documentoAutoresOrientadoresTítulosAssuntosÁreas de Conhecimento (CNPq)DepartamentosProgramasTipos de DocumentoTipos de Acesso

Minha conta

EntrarCadastro

Estatística

Ver as estatísticas de uso

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
Atmire NV