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dc.creatorRodrigues, Maria Aparecida Pinheiropt_BR
dc.date.accessioned2014-08-20T13:58:03Z
dc.date.available2012-05-08pt_BR
dc.date.available2014-08-20T13:58:03Z
dc.date.issued2009-02-11pt_BR
dc.identifier.citationRODRIGUES, Maria Aparecida Pinheiro. Elderly residents in poor areas : prevalence of depression and use of basic health services. 2009. 192 f. Tese (Doutorado em Medicina) - Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2009.por
dc.identifier.urihttps://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/1985
dc.description.abstractObjective: To assess the use of primary care by elderly with chronic conditions in the South and Northeast regions of Brazil. Methods: Cross-sectional study of 2889 individuals with age from 65 years, with chronic health conditions, living in adjacencies of primary care unit in 41 cities of the regions South and Northeast of Brazil. Adjusted analyses of outcomes were achieved through the Poisson regression. Results: The prevalence of medical consultation in the last six months was 45% in the South and 46% in the Northeast. The prevalence of participation in group of educational activities in the last year was 16% in the South and 22% in the Northeast. In both regions, the use of services was higher in elderly people under the age of 80 years, poorly educated and living in areas of coverage of primary care unit with family health program (FHP). Only in the South the elderly with disability had higher prevalence of medical consultations. Conclusions: The prevalence of medical consultation and participation in educational activities were lower than estimated. The results indicate that, despite the FHP promote greater use of primary care unit for elderly people with chronic conditions that living in adjacencies, it is need to expand access of elderly over 80 and older with disability.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspor
dc.rightsOpenAccesspor
dc.subjectSaúde públicapor
dc.subjectAtenção primária a saúdepor
dc.subjectAvaliação de programas e projetos de saúdepor
dc.subjectServicos de saúdepor
dc.subjectSaúde do idosopor
dc.subjectIdosospor
dc.subjectPublic healtheng
dc.subjectPrimary health careeng
dc.subjectProgram evaluationeng
dc.subjectHealth serviceseng
dc.subjectHealth of the elderlyeng
dc.subjectAgedeng
dc.titleIdosos residentes em áreas pobres: prevalência de depressão e uso de serviços básicos de saúdepor
dc.title.alternativeElderly residents in poor areas: prevalence of depression and use of basic health serviceseng
dc.typedoctoralThesispor
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5062356548560335por
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780531Y9&dataRevisao=nullpor
dc.description.resumoObjetivo. Avaliar o uso de servicos da atencao primaria a saude por idosos portadores de condicoes cronicas nas regioes Sul e Nordeste do Brasil. Métodos. Estudo transversal de 2889 individuos com idade a partir de 65 anos, portadores de condicoes cronicas, residentes em areas de abrangencia de unidades basicas de saude (UBS) em 41 municipios das regioes Sul e Nordeste do Brasil. A analise ajustada dos desfechos foi realizada atraves de regressao de Poisson. Resultados. A prevalencia de consulta medica nos ultimos seis meses foi de 45% no Sul e de 46% no Nordeste. A prevalencia de participacao em grupos de atividades educativas no ultimo ano foi de 16% na regiao Sul e de 22% na regiao Nordeste. Nas duas regioes, o uso dos servicos foi maior em idosos com idade inferior a 80 anos, baixa escolaridade e residentes em areas de abrangencia de UBS com programa de saude da familia (PSF). A incapacidade funcional associou-se a maior uso de consultas medicas no Sul e a menor participacao em grupos de atividades educativas no Nordeste. Conclusões. Embora a ABS esteja atendendo os idosos pobres portadores de condições cronicas menos da metade desses individuos consultou ao menos uma vez nos últimos seis meses e aproximadamente um quinto participaram de grupos de atividades educativas. Novos estudos deverao esclarecer se os idosos que procuraram outros locais receberam ou nao atendimento em saude. Idosos a partir de 80 anos e com incapacidade funcional podem estar com dificuldade de acesso a ABS o que indica a necessidade de estrategias como o atendimento domiciliar regular, por exemplo, que garanta o acesso desse individuos a assistencia medica.por
dc.publisher.departmentMedicinapor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Epidemiologiapor
dc.publisher.initialsUFPelpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIApor
dc.publisher.countryBRpor
dc.contributor.advisor1Facchini, Luiz Augustopt_BR


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