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Os persas e as troianas: teatro, gênero, política e guerra na Atenas do século V AEC
| dc.creator | Sartorio, Thalis Figueiredo | |
| dc.creator | Cerqueira, Fábio Vergara | |
| dc.date.accessioned | 2024-03-25T13:13:49Z | |
| dc.date.available | 2024-03-25T13:13:49Z | |
| dc.date.issued | 2023 | |
| dc.identifier.citation | SARTORIO, Thalis Figueiredo; CERQUEIRA, Fábio Vergara. Os persas e as troianas: teatro, gênero, política e guerra na Atenas do século V AEC. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 25, 2023. Anais... Pelotas: UFPel, 2023. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/12538 | |
| dc.description.abstract | No século V AEC, a pólis ateniense, presenciou e atuou na construção de uma organização político-cultural que ecoaria por séculos, sendo como bases para formações modernas de governos, a democracia. Para o ateniense, a compreensão do termo estaria ligado a isonomia — ou seja, igualdade perante a todos cidadãos da pólis — e a tragédia, ocupa o espaço de instituição paidêutica — educativa — da formação cívica do cidadão ateniense (CARTLEDGE, 1997). As tragédias elegidas abordam a temática da guerra — em Os Persas (472 AEC) de Ésquilo, o tragediógrafo utiliza-se do fato histórico que foi a Guerra Greco-Pérsica, que teve seu término anos antes da encenação, e As Troianas (415 AEC) de Eurípedes, que foi encenada durante a Guerra do Peloponeso. As tragédias áticas são produções do século V AEC e de uma sociedade ateniense que produziu uma experiência de existência que buscava levar ao centro, como Gonçalves (2017) estabelece, com fins de distanciar o poder e deixar em espaço comum aos integrantes do grupo. Com Grimal (1978, p. 45), vê-se que a “tragédia grega põe em cena, sob forma de ‘drama’”, em o sentido de “ação”, aquilo que já era conhecido, as lendas heroicas que aos “gregos, eram história”. E continua com “esta história estava sempre em relação directa ou indirecta com a cidade onde se representava a tragédia, que era um espetáculo com interesse para colectividade dos cidadãos. A tragédia apresentava frequentemente um aspecto político, mesmo quando o seu tema parece dizer respeito a outras cidades” (GRIMAL, 1978, p.46). Tendo em vista, conforme Gonçalves (2017, p.134) “As cerimônias que precediam as peças em conjunto demonstram a natureza política da ocasião”, já que era espaço também mostrava o poderio da cidade-Estado e nesse processo que encontrava planos externos a encenação e internos, de cunho político. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | História | pt_BR |
| dc.subject | Persas | pt_BR |
| dc.subject | Troianas | pt_BR |
| dc.subject | Atenas | pt_BR |
| dc.subject | Teatro | pt_BR |
| dc.subject | Tragédia grega | pt_BR |
| dc.title | Os persas e as troianas: teatro, gênero, política e guerra na Atenas do século V AEC | pt_BR |
| dc.type | conferenceObject | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |

