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dc.creatorRibeiro, Camila Garcez
dc.date.accessioned2024-04-30T12:58:15Z
dc.date.available2024-04-29
dc.date.available2024-04-30T12:58:15Z
dc.date.issued2015-06-22
dc.identifier.citationRIBEIRO, Camila Garcez. Prevalência da perda dentária e do uso de prótese dentária autorreferidos na população idosa: um estudo de base populacional em Pelotas/RS. 2015. 115 f. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia) - Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/12875
dc.description.abstractNão apresenta.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectPerda de dentept_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectEstudos transversaispt_BR
dc.subjectPrótese dentáriapt_BR
dc.subjectSaúde bucalpt_BR
dc.titlePrevalência da perda dentária e do uso de prótese dentária autorreferidos na população idosa: um estudo de base populacional em Pelotas/RSpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-co1Seerig, Lenise Menezes
dc.description.resumoO acelerado processo de transição demográfica, vivenciado por países como o Brasil, dificultou uma reorganização social e assistencial que possibilite atender adequadamente as demandas emergentes de saúde do idoso. A perda dentária é considerada um dos mais frequentes problemas de saúde bucal entre os idosos, repercute de forma direta e indireta na saúde geral e na qualidade de vida, tendo como medida reabilitadora o uso de prótese dentária. Este estudo objetivou estimar as prevalências do edentulismo, da perda dentária severa, da ausência de dentição funcional, do uso e da necessidade de prótese dentária autorreferidos, e da saúde bucal autopercebida como ruim ou muito ruim. E ainda, verificar os fatores associados à perda dentária nos seus diferentes graus de severidade. Para tal, foi realizado um estudo transversal de base populacional com 1.451 idosos, na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Razões de prevalência brutas e ajustadas foram estimadas por meio de regressão de Poisson. As prevalências verificadas foram 39,3% para edentulismo, 60,9% para perda dentária severa, 82,7% para ausência de dentição funcional, 84,8% para uso de prótese dentária, 41,1% para necessidade de usar (ou substituir) prótese dentária e 8,9% para saúde bucal autopercebida como ruim ou muito ruim. Os fatores associados positivamente e de forma independente à perda dentária em ao menos um dos diferentes graus de severidade foram sexo feminino, idade avançada, ser viúvo, baixa renda familiar, baixa escolaridade, tabagismo, depressão, última consulta odontológica há mais de 24 meses e realizada no serviço particular. As altas prevalências de perda dentária nos seus diferentes graus de severidade e de uso e necessidade de prótese, juntamente a constatação de fatores associados passíveis de intervenção alertam para necessidade de medidas e programas que priorizem a faixa etária idosa com ênfase na prevenção da perda dentária e na reabilitação protética.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Epidemiologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Demarco, Flávio Fernando
dc.subject.cnpq1MEDICINApt_BR
dc.subject.cnpq2EPIDEMIOLOGIApt_BR


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