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dc.creatorIndjai, Mamadú
dc.creatorBallestrin, Luciana Maria de Aragão
dc.date.accessioned2024-05-28T03:09:23Z
dc.date.available2024-05-28T03:09:23Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationINDJAI, Mamadú; BALLESTRIN, Luciana Maria de Aragão. Comunicação e mobilização na rádio: percursos de meios de comunicação na Guiné-Bissau enquanto espaço de mobilização e de luta. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 25, 2023. Anais... Pelotas: UFPel, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13128
dc.description.abstractNas últimas eleições presidenciais realizadas, em 29 de novembro de 2019 na Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embalo foi eleito presidente da república. Ao longo dos seus três anos no poder, a liberdade de imprensa e a integridade física dos jornalistas vem sendo atacadas. Uma série de acontecimentos vem ocorrendo no país, como por exemplo, o rapto e o espancamento do blogueiro António Aly Silva por um grupo de pessoas desconhecidas, ou o caso do jornalista Adão Ramalho, que também foi espancado por elementos da Segurança Nacional enquanto cobria a chegada do líder do Partido Africano Para a Independência de Guiné e Cabo-Verde, que vinha do exterior. Houve também o sequestro e o espancamento do blogueiro Doka Ferreira, ex-apoiador do atual regime, bem como o sequestro e o espancamento do ativista político das redes sociais Queba Sané. Ainda nessa onda de violência, tem-se o caso da rádio privada O Capital FM, uma rádio que é assumidamente crítica ao regime de Umaro Sissoco Embaló e de Nuno Gomes Nabian, o então primeiro ministro; suas instalações foram vandalizadas e alguns de seus equipamentos destruídos no dia 26 de julho de 2020 por homens armados ligados à força de Segurança Nacional. A mesma rádio foi alvo de um segundo ataque promovido por grupos armados em 7 de fevereiro de 2022, com o registro de muitos feridos e com a realização de vários disparos contra equipamentos (DW ÁFRICA, 2022a). Em face do exposto, a proposta é parte da proposta de tese de doutorado que tem como objetivo é entender o papel das rádios na Guiné-Bissau como forma de organização coletiva dos movimentos populares para a efetivação da democracia no país, sobretudo as rádios comunitárias. Ou seja, procura-se articular como o uso destas ferramentas de comunicação pelos atores socias e comunitários evidenciam as lutas populares, visando a ampliação dos espaços de participação política para a democratização em níveis local e nacional.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectGuiné-Bissaupt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.titleComunicação e mobilização na rádio: percursos de meios de comunicação na Guiné-Bissau enquanto espaço de mobilização e de lutapt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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