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dc.creatorBredow, Valdirene Hessler
dc.creatorZamperetti, Maristani Polidori
dc.date.accessioned2024-06-28T22:25:19Z
dc.date.available2024-06-28T22:25:19Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationBREDOW, Valdirene Hessler; ZAMPERETTI, Maristani Polidori. As redes socioíntero-comunicacionais no ensino remoto emergencial brasileiro. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 25, 2023. Anais... Pelotas: UFPel, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13370
dc.description.abstractO presente trabalho é recorte de pesquisa de Tese de Doutorado em Educação da Universidade Federal de Pelotas, defendida em junho de 2022. A análise teve como objetivo investigar de que forma ocorreu o processo de uso das redes sociais, aplicativos, mídias e outras plataformas digitais no Ensino Remoto Emergencial (ERE) brasileiro, durante o ano de 2020, período da Pandemia de Covid-19. A problemática de investigação buscou responder quais as formas, motivações e impactos foram desencadeados pelo uso das redes sociais e aplicativos digitais no ERE. A fundamentação teórica desta tese desenvolveu-se em cinco capítulos teóricos que trouxeram inicialmente reflexões sobre como a rede social Facebook influenciou nos descaminhos da política pelo uso dos algoritmos, abordando a manipulação da sociedade pela deflagração de Fake News e das influências comerciais e capitalistas na educação que tiveram alcance com a pandemia de Covid-19 (CASTELLS, 1999; GALLOWAY, 2017; MOROZOV, 2018). O capítulo seguinte discutiu de que maneira a escola, o corpo e a sociedade se alteraram a partir do uso das tecnologias digitais de informação e comunicação (SIBILIA, 2002; SANTAELLA, 2003; RÜDIGER, 2008). As transformações ocasionadas pela emergência da cibercultura na sociedade contemporânea que altera os processos educacionais pela inteligência coletiva e o aprendizado por conexões e redes digitais foram abarcadas basicamente pelas considerações de LÉVY (1999), SIEMENS (2004), LEMOS (2013) e MATTAR (2012; 2013). O penúltimo capítulo discutiu sobre as noções do Ensino Remoto Emergencial e como este foi pensado (HODGES et al., 2020). Seguido da argumentação sobre os apelos e controles que as redes sociais têm sobre a sociedade contemporânea, mas que apesar de todos os problemas que as envolvem, elas se inseriram na educação, sendo utilizadas cada vez mais e, principalmente pelos jovens, conforme destacam RECUERO (2010), SPADARO (2013) e ALBUQUERQUE (2019).pt_BR
dc.description.sponsorshipSem bolsapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectEnsino remotopt_BR
dc.titleAs redes socioíntero-comunicacionais no ensino remoto emergencial brasileiropt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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