Show simple item record

dc.creatorKalinowski, Willian
dc.creatorStrefling, Sérgio Ricardo
dc.date.accessioned2024-07-02T12:16:58Z
dc.date.available2024-07-02T12:16:58Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationKALINOWSKI, Willian; STREFLING, Sérgio Ricardo. A certeza do conhecimento sensível na psicologia de Santo Tomás de Aquino. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 25, 2023. Anais... Pelotas: UFPel, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13391
dc.description.abstractTodos os homens conhecem certos aspectos da realidade, “sinal disso é o amor pelas sensações”, como escreve Aristóteles no início de sua Metafísica (980a). Segundo o historiador da filosofia Guillermo Fraile, a filosofia realista de Santo Tomás se apoia em dois princípios: 1) algo existe; 2) podemos conhecer esse algo. Nesta apresentação gostaríamos de apresentar a tese de que primeiro conhecemos a realidade pelos sentidos, depois pelo intelecto. Desejamos dar um enfoque na importância do conhecimento sensível para a psicologia tomista. Todo conhecimento, seja do intelecto ou dos sentidos, parte do ente (ens): “Aquilo que por primeiro o intelecto concebe como mais evidente, aquilo que o intelecto dirige todas as suas concepções, é o ente.” (De Veritate, a. 1, resp).1 Avançando um pouco mais, Santo Tomás é muito claro ao defender a tese de que todo nosso conhecimento começa pelos sentidos: “Embora o intelecto seja superior ao sentido, recebe contudo deste, de certo modo, os seus dados; e os objetos primeiros e principais fundam-se nos sensíveis.” (ST, I, q. 84, art. 8, resp ad 1). Aqui, de fato, começa nossa argumentação para essa apresentação no Enpos 2023. Primeiramente, conhecemos as qualidades físicas e materiais de uma maçã por meio dos sentidos externos, e posteriormente, chegamos a um conhecimento mais complexo das coisas físicas por meio dos sentidos internos. Nós não conhecemos nada que não passe antes pelos sentidos. Todo o nosso conhecimento intelectual chega ao intelecto por meio dos sentidos, não se limita a ele, mas, necessariamente, passa pelos sentidos. Há uma famosa frase oriunda do Peripatetismo que é a seguinte: nada está no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos. Essa tese é importante, pois afirma que nosso intelecto só pode chegar, por exemplo, à ideia, à definição, à essência de uma maçã, se tivermos antes tocado, sentido e conhecido sensivelmente uma maçã. Além disso, desta premissa podemos tirar outra conclusão: não nascemos com ideias inatas.pt_BR
dc.description.sponsorshipOutrospt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectSanto Tomás de Aquinopt_BR
dc.titleA certeza do conhecimento sensível na psicologia de Santo Tomás de Aquinopt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record