| dc.description.abstract | No cenário brasileiro, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) projeta um preocupante aumento no número de casos de câncer para o triênio 2023-2025. Estima-se aproximadamente 704 mil novos diagnósticos, excluindo os tumores de pele não melanoma. Nesse cenário, o Câncer de mama destaca-se como o tipo mais prevalente entre as mulheres em todas as regiões do Brasil, com uma projeção de 73 mil novos casos no mesmo período (SANTOS, 2023). A situação é agravada pelo fato de que o tratamento do câncer, devido à sua agressividade, muitas vezes impõe uma série de efeitos colaterais físicos e psicológicos aos sobreviventes, variando de fadiga intensa à ansiedade e depressão (AGGELI et al., 2021; PEEL et al., 2014; VILLASEÑOR et al., 2012) afetando negativamente alguns aspectos físicos e consequentemente a qualidade de vida dessa população. Nesse contexto, a incorporação de atividades físicas à rotina é vista como uma estratégia não medicamentosa fundamental para pessoas que venceram o câncer (DUNCAN et al., 2017), sendo amplamente recomendado o treinamento de força e o treinamento aeróbio (RUNOWICZ et al., 2016; BEKHET et al., 2019). No entanto, poucas investigações foram encontradas com o objetivo de comparar os efeitos de programas de treinamento realizados entre os meios aquático e terrestre em mulheres sobreviventes de câncer de mama (FERNÁNDEZ-LAO et al., 2013; LINDQUIST et al., 2015). Sendo assim, objetivo do trabalho foi determinar as respostas de desfechos funcionais pré e pós-intervenção de 12 semanas de dois programas de treinamento
aeróbio (realizado no meio aquático ou no meio terrestre) combinado à programa de educação em saúde, comparando-os com grupo controle de educação em saúde em mulheres que completaram o tratamento primário para o câncer de mama em estágios de I-III. | pt_BR |