| dc.description.abstract | Em cenário mundial, a pandemia de COVID-19 causou cerca de 6,9 milhões de mortes, além de interromper os serviços de saúde pública, gerando uma série de consequências diretas e indiretas para a saúde física e mental (IHME, 2023). Durante os primeiros anos de pandemia, estratégias como o distanciamento social refletiram na diminuição dos níveis de atividade física, por conta das restrições em espaços públicos e privados como parques e academias (WUNSCH, et al. 2022). Devido à prática de atividade física ser considerado um importante fator prognóstico de diversos desfechos em saúde, bem como atuar fortemente na prevenção de muitas doenças, inclusive da infecção por COVID-19, a importância da promover a prática regular de atividade física, foi destacada (PITANGA, et al. 2020). A demanda por novos meios de orientação para realização de atividade física foi observada no aumento de uso de plataformas digitais como serviços de streaming (YouTube, Skype, Zoom), redes sociais (Instagram, Facebook, WhatsApp), além de aplicativos fitness (FANG, et al. 2022). O uso de plataformas digitais para atividade física tem sido associado ao aumento dos níveis dessa prática, entretanto a literatura ainda não é consistente quanto a efetividade dessas plataformas a longo prazo como alternativa viável para realização de atividade física (FANG, et al 2022). Além disso, a maioria dos estudos foi realizado na Europa e América do Norte, onde a disponibilidade de aplicativos fitness e acesso à internet é mais ampla em relação aos países de baixa e média renda (PARKER, et al. 2021; NEWBOLD, et al. 2021). Diante do exposto, o objetivo deste estudo foi avaliar a trajetória de atividade física durante a pandemia de COVID-19 de acordo com o uso de plataformas digitais entre os adultos participantes da Coorte Pampa. | pt_BR |