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dc.creatorGeppert, Aline Kohler
dc.creatorTerres, Bárbara Pereira
dc.creatorPorto, Adrize Rutz
dc.date.accessioned2025-02-18T11:19:27Z
dc.date.available2025-02-18T11:19:27Z
dc.date.issued2024
dc.identifier.citationGEPPERT, Aline Kohler; TERRES, Bárbara Pereira; PORTO, Adrize Rutz. Efeitos da auriculoterapia na dor crônica: uma revisão narrativa. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 26, 2024. Anais... Pelotas: UFPel, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14995
dc.description.abstractAs Práticas Integrativas e Complementares (PICS) são reconhecidas desde o final dos anos 1970, com a Primeira Conferência Internacional de Assistência Primária em Saúde (Alma Ata, Rússia, 1978). Neste mesmo período, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o Programa de Medicina Tradicional, com o objetivo de criar políticas externas para essa área. No Brasil, a consolidação e formalização dessas abordagens de atenção à saúde ocorreram na década de 1980, especialmente após o surgimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Com o envolvimento popular, os estados e municípios obtiveram mais autonomia na elaboração de suas políticas e medidas de saúde, implementando iniciativas pioneiras. A 8ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), realizada em 1986, foi um marco importante para a inclusão das PICS no sistema de saúde do Brasil, garantindo ao usuário o acesso democrático à sua escolha (BRASIL, 2006).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectAuriculoterapiapt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectPráticas Integrativas e Complementarespt_BR
dc.titleEfeitos da auriculoterapia na dor crônica: uma revisão narrativapt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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