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dc.creatorSimmi, Francine Zaiosc
dc.date.accessioned2025-09-12T21:01:26Z
dc.date.available2025-09-12T21:01:26Z
dc.date.issued2022-09-21
dc.identifier.citationSIMMI, Francine Zaiosc. Alterações no eletroma durante a sinalização sistêmica e no processo de priming em plantas de cevada estimuladas por fungos patogênicos. Orientador: Gustavo Maia Souza. 2022. 69 f. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17389
dc.description.abstractUnder environmental conditions plants can be affected by abiotic and biotic stresses, which can be spatially heterogeneous. This means that the plant's systemic adaptive responses to its actions require long-distance stress signals, including electrical signals. Electrical signals are generated by the transient imbalance of membrane potential, caused by the influx/efflux of ions and H+ by ion channels, plasma membrane transporters and electrogenic pumps. And they influence various physiological processes. In addition, plants have a strategy that improves their defensive capacity, priming. Priming is a defense mechanism that prepares the plant's immune system for faster and/or stronger activation of cellular defenses against future exposure to different types of stress. To verify whether a local stimulus, promoted by pathogenic agents and/or chemical stimulation, generates systemic changes in the electrome of barley plants, contributing to the priming acquisition process, we developed this work consisting of two experiments. In the first experiment, it was evaluated whether stimulation of a single leaf by pathogenic fungi, with different modes of parasitism, transmits systemic electrical signals to the rest of the plant. In the second experiment, it was evaluated whether local elicitation with jasmonic acid or Bipolaris. Sorokiniana, cause systemic physiological changes, such as defense mechanisms linked to oxidative stress. In this second case, we wanted to know if the electrome could have a signaling role in the priming acquisition process. The results obtained in the first experiment revealed that inoculation with pathogenic fungi generated specific characteristics in the distribution of electrome variation over time for each pathogen. We verified that inoculation with different species generated an electrical signature in the plant specific to each pathogen, making it possible to identify the presence of the pathogen in the plant in the first minutes. The results of the second experiment showed that the local application of jasmonic acid (AJ) and the infection by B. sorokiniana caused alterations in the local and systemic expression (far from the application site) in the defense mechanisms linked to oxidative stress, as well as drastically reduced the infection caused by the second inoculation with B. sorokiniana. We can conclude that local application of the pathogenic fungus, as well as AJ, induce long-distance signaling, triggering a priming effect in systemic tissues. However, further analysis of the electrome is needed to confirm whether, in fact, electrical signals are present in the priming acquisition process.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEletromapt_BR
dc.subjectPrimingpt_BR
dc.subjectInteração planta-patógenopt_BR
dc.subjectCevadapt_BR
dc.subjectElectromept_BR
dc.subjectPlant-pathogen interactionpt_BR
dc.subjectBarleypt_BR
dc.titleAlterações no eletroma durante a sinalização sistêmica e no processo de priming em plantas de cevada estimuladas por fungos patogênicospt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-4967-2436pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3406734975097116pt_BR
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0001-6754-4860pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3664441705741783pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Dallagnol, Leandro José
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5231845635462952pt_BR
dc.description.resumoEm condições ambientais as plantas podem ser afetadas por estresse abióticos e bióticos, que podem ser espacialmente heterogêneos. Isso significa que as respostas adaptativas sistêmicas da planta em suas ações requerem sinais de estresse de longa distância, incluindo sinais elétricos. Os sinais elétricos são gerados pelo desequilíbrio transitório do potencial de membrana, causado pelo influxo/efluxo de íons e H+ por canais iônicos, transportadores de membrana plasmática e bombas eletrogênicas. E influenciam vários processos fisiológicos. Além disso, as plantas contam com uma estratégia que melhora sua capacidade defensiva, o priming. O priming é um mecanismo de defesa que prepara o sistema imune da planta para uma ativação mais rápida e/ou mais forte das defesas celulares contra futuras exposições a diferentes tipos de estresse. Com o intuito de verificar se um estímulo local, promovido por agentes patogênicos e/ou estimulação química gera mudanças sistêmicas no eletroma de plantas de cevada, contribui para o processo de aquisição de priming, desenvolvemos este trabalho composto por dois experimentos. No primeiro experimento, foi avaliado se a estimulação de uma única folha por fungos patogênicos, com diferentes modos de parasitismo, transmite sinais elétricos sistêmicos para o restante da planta. No segundo experimento, foi avaliado se a elicitação local com ácido jasmônico ou, Bipolaris. Sorokiniana, causam mudanças fisiológicas sistêmicas, tais como mecanismos de defesa ligados ao estresse oxidativo. Nesse segundo caso, desejava-se saber se o eletroma poderia ter um papel de sinalização no processo de aquisição de priming. Os resultados obtidos no primeiro experimento revelaram que a inoculação com os fungos patogênicos gerou características especificas na distribuição de variação do eletroma ao longo do tempo para cada patógeno. Verificamos que a inoculação com diferentes espécies gerou uma assinatura elétrica na planta específica para cada patógeno, sendo possível identificar a presença do patógeno na planta nos primeiros minutos. Os resultados do segundo experimento mostraram que a aplicação local de ácido jasmônico (AJ) e a infecção por B. sorokiniana causaram alterações na expressão local e sistêmica (longe do local da aplicação) nos mecanismos de defesa ligados ao estresse oxidativo, bem como reduziram drasticamente a infecção causada pela segunda inoculação com B. sorokiniana. Podemos concluir que aplicação local do fungo patogênico, assim como de AJ, induzem sinalização de longa distância com desencadeamento de efeito priming em tecidos sistêmicos. No entanto, novas análises do eletroma são necessárias para confirmar se, de fato, os sinais elétricos estão presentes no processo de aquisição de priming.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Gustavo Maia
dc.subject.cnpq1BOTANICApt_BR
dc.subject.cnpq2FISIOLOGIA VEGETALpt_BR


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