| dc.creator | Silva, Bárbara Sutil da | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-18T19:16:12Z | |
| dc.date.available | 2026-02-25 | |
| dc.date.available | 2025-09-18T19:16:12Z | |
| dc.date.issued | 2025-02-25 | |
| dc.identifier.citation | SILVA, Bárbara Sutil da. Associações bidirecionais entre atividade física e sintomas depressivos e seus efeitos inter-relacionados na mortalidade em idosos: evidências da coorte “COMO VAI?” em Pelotas/RS. Orientador: Inácio Crochemore. 2025. 164 f. Tese (Doutorado em Educação Física) – Programa de Pós-graduação em Educação Física, Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17497 | |
| dc.description.abstract | This thesis consists of two articles prepared using data from a cohort study called
“COMO VAI?”, conducted with a representative sample of the older adult population
from the city of Pelotas-RS. In the first article, we aimed to evaluate the bidirectional
and longitudinal association between physical activity (PA) and depressive symptoms
(DS). The analyses used baseline data (2014) and a follow-up carried out in 2019/20.
The long version of the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) was
applied to assess PA in the leisure, commuting and total domains (allowing estimates
combining the two domains as total PA). The presence of DS was measured using the
Geriatric Depression Scale (GDS-10), with a score ≥5 being considered DS presence.
Linear regression models were used to assess bidirectional associations between PA
and DS. The analytical sample of this first study included 515 individuals with a mean
age of 70.7 (±9.2) years. The total PA (β: -0.0006; 95% CI: -0.0011; -0.0001) and
commuting PA (β: -0.0008; 95% CI: -0.0016; -0.0001) in 2014 predicts worse DS
scores in 2019/20. At the same time, the DS score in 2014 (β: -9.79; 95% CI: -18.81; -
0.76) was a predictor of lower leisure-time PA practice in the 2019/20 follow-up,
adjusted for sociodemographic aspects and other health behaviors. However, when
adjusted for the respective baseline outcomes, the associations found did not remain
statistically significant. The present study did not find evidence of bidirectionality
between PA and DS. Whereas, in article 2, the moderating and mediating role of PA
in the association between DS and all-cause mortality was evaluated. The analyses
also used data from the baseline (2014) and the first follow-up carried out in 2017. PA
was assessed in the leisure, commuting and total domains using the IPAQ. Moderate
to vigorous PA (MVPA) and overall PA were assessed using the GENEActive®
accelerometer. Mortality information was identified through reports from family
members, neighbors and death certificates confirmed by the Municipal Health Service
Mortality Information System. Cox regression models were used to assess the
association between DS and all-cause mortality moderated by PA. We conducted an
analysis using four-way decomposition, which unifies mediation and interaction to
assess the mediation of PA in this relationship. The analytical sample of article 2
included 1394 older adults with a mean age of 70.7 (±9.2) years. Older adults with DS
had a twice-higher risk of mortality compared to those without symptoms (HR 2.31;
95% CI: 1.45; 3.68). MVPA (HR 3.13; 95% CI: 1.16; 8.50) and overall (HR 5.26; 95%
CI: 1.62; 17.04), both by accelerometry, and the leisure (HR 2.33; 95% CI 1.12; 4.85)
and total (HR 2.37; 95% CI 1.05; 5.35) domains moderated the association between
DS and mortality. Commuting PA was not a moderator in the association between DS
and mortality. Furthermore, no mediating effect was observed for any of the PA
measures in the association between DS and mortality. Practicing PA even below the
recommended level can minimize the effects of DS on mortality in older adults. Our
evidence provides additional motivation for implementing practices and policies to
increase PA in older adults with DS.
Keywords: Depressive Symptoms; Physical Activity; Older adults; Cohort Study;
Mental Health; Accelerometry. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | RestrictAccess | pt_BR |
| dc.subject | Sintomas depressivos | pt_BR |
| dc.subject | Atividade física | pt_BR |
| dc.subject | Idosos | pt_BR |
| dc.subject | Estudo de coorte | pt_BR |
| dc.subject | Saúde mental | pt_BR |
| dc.subject | Acelerometria | pt_BR |
| dc.title | Associações bidirecionais entre atividade física e sintomas depressivos e seus efeitos inter-relacionados na mortalidade em idosos: evidências da coorte “COMO VAI?” em Pelotas/RS | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/5996301377373890 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1794421089092202 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co1 | Tornquist, Debora | |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7961448985674709 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A presente tese é composta por dois artigos elaborados através dos dados de um
estudo de coorte denominado “COMO VAI?”, conduzido com amostra representativa
da população idosa da cidade de Pelotas-RS. No primeiro artigo, tivemos como
objetivo avaliar associações bidirecionais e longitudinais entre atividade física (AF) e
sintomas depressivos (SD). As análises utilizaram dados do baseline (2014) e um
acompanhamento realizado em 2019/20. Foi aplicada a versão longa do Questionário
Internacional de Atividade Física (IPAQ) para avaliar a AF nos domínios de lazer,
deslocamento e total (permitindo estimativas combinando os dois domínios como AF
total). A presença dos SD foi medida através da Escala de Depressão Geriátrica
(GDS-10), sendo um escore ≥5 considerado presença de SD. Modelos de regressão
linear foram usados para avaliar associações bidirecionais entre AF e SD. Amostra
analítica desse primeiro estudo incluiu 515 indivíduos com média de idade de 70,7
(±9,2) anos. A AF total (β: -0,0006; IC 95%: -0,0011; -0,0001) e AF deslocamento (β:
-0,0008; IC95%: -0,0016; -0,0001) em 2014 foi preditor de piores escores de SD em
2019/20. Ao mesmo tempo, escore de SD em 2014 (β: -9,79; IC 95%: -18,81; -0,76)
foi preditor de menor prática da AF lazer no seguimento 2019/20, ajustado para
aspectos sociodemográficos e outros comportamentos de saúde. Entretanto, quando
ajustado para os respectivos desfechos no baseline, as associações encontradas não
se mantiveram estatisticamente significativas. O presente estudo não encontrou
evidências de bidirecionalidade entre AF e SD. Já no artigo 2, foi avaliado o papel
moderador e mediador da AF na associação entre SD e mortalidade por todas as
causas. As análises também utilizaram dados do baseline (2014) e do primeiro
acompanhamento realizado em 2017. A AF foi avaliada nos domínios de lazer,
deslocamento e total através do IPAQ. Por acelerometria, através do GENEActive®,
foram avaliadas a AF moderada a vigorosa (AFMV) e geral. As informações de
mortalidade foram identificadas por meio de relatos de familiares, vizinhos e nas
declarações de óbitos, todas confirmadas pelo Sistema de Informações sobre
Mortalidade do Serviço Municipal de Saúde. Modelos de regressão de Cox foram
usados para avaliar a associação entre SD e mortalidade por todas as causas
moderada pela AF. Conduzimos uma análise usando decomposição de quatro vias,
que unifica mediação e interação para avaliar a mediação da AF nesta relação.
Amostra analítica do artigo 2 contou com participação de 1394 idosos com média de
idade de 70,7 (±9,2) anos. Os idosos com SD apresentaram risco duas vezes maior
de mortalidade em comparação aos sem sintomas (HR 2.31; 95% IC: 1.45; 3.68). A
AFMV (HR 3.13; 95% IC: 1.16; 8.50) e geral (HR 5.26 95% IC: 1.62; 17.04), ambas
por acelerometria, e os domínios de lazer (HR 2.33 95% IC 1.12; 4.85) e total (HR
2.37 95% IC 1.05; 5.35) moderaram a associação entre SD e mortalidade. AF de
deslocamento não foi um moderador na associação entre SD e mortalidade. Além
disso, não foi observado um efeito mediador para nenhuma das medidas de AF na
associação entre SD e mortalidade. A prática de AF mesmo abaixo do recomendado
pode minimizar os efeitos dos SD na mortalidade em idosos. Nossas evidências
trazem motivações adicionais para a implementação de práticas e políticas para
aumentar a AF em idosos com SD.
Palavras-chave: Sintomas Depressivos; Atividade Física; Idosos; Estudo de Coorte;
Saúde mental; Acelerometria. | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Educação Física | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPel | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Silva, Inácio Crochemore Mohnsam da | |
| dc.subject.cnpq1 | EDUCACAO FISICA | pt_BR |