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dc.creatorCosta, Caroline dos Santos
dc.date.accessioned2025-10-17T10:58:03Z
dc.date.available2025-10-17T10:58:03Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.citationCOSTA, Caroline dos Santos. Consumo de alimentos ultraprocessados e gordura corporal da infância ao início da adolescência: Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004. 2019. 193p. Tese de Doutorado – Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18136
dc.description.abstractUltra-processed food represents, currently, one of the main sources of food supply in high-, middle- and low-middle-income countries, creating an obesogenic environment. Thus, the first aim of this thesis was to review systematically the literature about the relation between ultra-processed food consumption and body fat among children and adolescents. The results showed a positive relationship in the majority of studies included in the review. However, these studies did not apply NOVA classification, which proposes a food distribution in four groups, according to the processing degree (unprocessed or minimally processed food, processed culinary ingredients, processed food and ultraprocessed food). We developed two more articles using this classification, one aiming to describe ultra-processed food consumption in three different ages (11, 22 and 30 years old), analyzing data from The Pelotas 2004, 1993 and 1982 Birth Cohorts; and another to investigate the relationship between ultra-processed food consumption and body fat from childhood to the beginning of adolescence, with data from Pelotas 2004 Birth Cohort, in the 6- and 11-year follow-ups. In general, the results showed a higher ultra-processed food consumption among participants of the youngest cohort (2004, at 11 years old), compared to the others. As for the relationship with body fat, our study showed an important effect of ultra-processed food intake from childhood to early adolescence over the body fat index change in the period. An increase of 100 grams in daily intake of these products was associated to an average gain of 0.14 kg/m² in Fat Mass Index. In addition, our results suggest that the role of food processing in body fat accumulation seems not to be due exclusively by its caloric content.pt_BR
dc.description.sponsorshipSem bolsapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectAlimentos ultraprocessadospt_BR
dc.subjectGordura corporalpt_BR
dc.subjectEstudos de coortept_BR
dc.subjectCohort studiespt_BR
dc.subjectEpidemiologypt_BR
dc.subjectUltra-processed foodpt_BR
dc.subjectBody fatpt_BR
dc.titleConsumo de alimentos ultraprocessados e gordura corporal da infância ao início da adolescência: Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004pt_BR
dc.title.alternativeConsumption of ultra-processed food and body fat from childhood to the beginning of adolescence: Pelotas 2004 Birth Cohortpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1408821023258958pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/532248649857571pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Assunção, Maria Cecília Formoso
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2977552334957774pt_BR
dc.description.resumoAlimentos ultraprocessados representam, atualmente, uma das principais fontes de suprimento alimentar em países de alta, média e baixa-média renda, colaborando para um ambiente obesogênico. Assim, o primeiro objetivo desta tese foi revisar sistematicamente a literatura sobre a relação do consumo de ultraprocessados e a gordura corporal entre crianças e adolescentes, sendo observada uma relação positiva na maioria dos estudos incluídos na revisão. Entretanto, tais estudos não utilizaram a classificação NOVA, a qual propõe uma divisão dos alimentos em quatro grupos, de acordo com seu grau de processamento (in natura ou minimamente processados, ingredientes culinários processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados). Foram desenvolvidos mais dois artigos utilizando essa classificação, um com o objetivo de descrever o consumo de alimentos ultraprocessados em três diferentes idades (11, 22 e 30 anos), utilizando dados das Coortes de Nascimentos de Pelotas de 2004, 1993 e 1982; e outro com o objetivo de investigar a relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a gordura corporal da infância ao início da adolescência, com os dados da Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004, nos acompanhamentos dos seis e onze anos de idade. No geral, os resultados mostram um consumo mais alto entre os participantes da coorte mais jovem (2004, aos 11 anos), em comparação às demais. Quanto à relação com a gordura corporal, observou-se um efeito importante da ingestão de alimentos ultraprocessados da infância ao início da adolescência sobre a mudança no índice de massa gorda, considerando o mesmo período. A cada 100 gramas de consumo diário destes produtos houve um aumento médio de 0,14 kg/m² no Índice de Massa Gorda. Além disso, os resultados sugerem que o papel do processamento alimentar no acúmulo de gordura corporal se dá além do seu conteúdo calórico.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Epidemiologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Iná da Silva dos
dc.subject.cnpq1MEDICINApt_BR
dc.subject.cnpq2EPIDEMIOLOGIApt_BR


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