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dc.creatorFarias, Cid Pinheiro
dc.creatorSoares, Pedro San Martin
dc.creatorBarros, Fernando C.
dc.creatorMenezes, Ana Maria Baptista
dc.creatorGonçalves, Helen
dc.creatorWehrmeister, Fernando César
dc.creatorPinheiro, Ricardo Tavares
dc.creatorQuevedo, Luciana de Avila
dc.creatorHorta, Bernardo Lessa
dc.date.accessioned2025-11-28T20:32:43Z
dc.date.available2025-11-28T20:32:43Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationFARIAS, Cid Pinheiro et al. Condições de nascimento e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) em adultos nas coortes de nascimento de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, de 1982 e 1993. Cadernos de Saúde Pública, v.39, n.8, e00138122, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18758
dc.description.abstractEste artigo avaliou a associação das condições de nascimento com o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) em adultos utilizando dados de duas coorte de nascimento da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Em 1982 e 1993, todos os nascimentos ocorridos na cidade foram identificados e prospectivamente acompanhados. Nos acompanhamentos aos 30 e 22 anos das coortes 1982 (n = 3.574) e 1993 (n = 3.780), respectivamente, os participantes foram examinados e psicólogos treinados aplicaram a Mini-International Neuropsychiatric Interview (M.I.N.I.). Aqueles indivíduos que preencheram os critérios diagnósticos do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) foram definidos como positivos para TDAH. A regressão de Poisson com ajuste robusto da variância foi usada para estimar a razão de prevalência (RP) ajustadas para sexo, cor da pele materna, renda familiar, idade materna, escolaridade materna durante a gestação, estado civil materno, paridade e tabagismo materno durante a gestação. A prevalência do TDAH adulto foi de 4,4% e 4,5% nas coortes de 1982 e 1993, respectivamente. A prevalência de TDAH foi maior naqueles que nasceram com menor peso, mas não foi observada tendencia linear. Além disso, aqueles que nasceram com peso entre 3.000 e 3.499 gramas (g) (RP = 1,40, IC95%: 1,05-1,86) apresentaram maior risco para o transtorno. Para a idade gestacional, observamos uma relação inversamente proporcional acerca da presença de TDAH, os pré-termos apresentaram risco 33% maior (IC95%: 0,90-1,96) de ser considerado com TDAH do que os nascidos com 39 ou mais semanas, mas como o intervalo de confiança incluiu a nulidade, essa associação pode ter ocorrido ao acaso. Tais resultados indicam que o peso ao nascer e a idade gestacional podem estar associados ao TDAH adulto.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCadernos de Saúde Públicapt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectTranstorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAHpt_BR
dc.subjectPartopt_BR
dc.subjectIdade gestacionalpt_BR
dc.subjectPeso ao nascerpt_BR
dc.titleCondições de nascimento e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em adultos nas coortes de nascimento de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, de 1982 e 1993pt_BR
dc.title.alternativeBirth conditions and attention deficit/hyperactivity disorders (ADHD) in adults in the Pelotas (Brazil) birth cohorts of 1982 and 1993pt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.identifier.doi10.1590/0102-311XPT138122 Cad.
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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