| dc.creator | Guimarães, Fernando Silva | |
| dc.creator | Cata-Preta, Bianca Oliveira | |
| dc.creator | Barros, Aluísio Jardim Dornelas de | |
| dc.creator | Matijasevich Manitto, Alicia | |
| dc.creator | Santos, Iná da Silva dos | |
| dc.creator | Silveira, Mariângela Freitas da | |
| dc.creator | Silveira, Marysabel Pinto Telis | |
| dc.creator | Bertoldi, Andréa Dâmaso | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-04T16:05:24Z | |
| dc.date.available | 2025-12-04T16:05:24Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.identifier.citation | GUIMARÃES, Fernando Silva et al. Uso de antibacterianos em gestantes antes e após regulamentação no Brasil: coortes de nascimentos de Pelotas, Rio Grande do Sul, de 2004 e 2015. Cadernos de Saúde Pública, v.38, n.7, e00168021, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18826 | |
| dc.description.abstract | A utilização indiscriminada de antibacterianos no período gestacional pode aumentar a resistência antimicrobiana e colocar em risco a saúde da gestante e da criança. Atualmente, está em vigência no Brasil a Resolução da Diretoria Colegiada no 20/2011, que controla a prescrição e fornecimento de antibacterianos. O objetivo deste estudo foi comparar o uso de antibacterianos pelas gestantes participantes das coortes de nascimentos de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, de 2004 e 2015, considerando a regulamentação implementada entre as duas coortes. Foram utilizados dados coletados no período perinatal dos dois estudos. O desfecho principal foi o uso de antibacterianos na gestação. As prevalências de uso foram descritas a partir de variáveis independentes e diferenças em pontos percentuais (p.p.) entre as duas coortes. A prevalência do uso de antibacterianos foi de 41,9% (IC95%: 40,4; 43,3) em 2004 e 39,2% (IC95%: 37,7; 40,6) em 2015. Considerando-se as gestantes que relataram ter infecção durante a gestação, observou-se maior redução de uso em 2015, quando comparado a 2004, nas gestantes mais pobres (-15,4p.p., IC95%: 9,59; 21,20) e naquelas que foram a menos consultas (-17,1p.p., IC95%: 2,81; 31,36). Houve redução na proporção de antibacterianos usados, considerando o total de medicamentos de 20,6% (IC95%: 19,9; 21,4) em 2004 para 12,6% (IC95%: 12,1; 13,1) em 2015. As reduções encontradas, tanto nas prevalências de uso quanto na proporção dos antibacterianos sobre o total de medicamentos utilizados, podem ser reflexo da política de regulamentação implementada em 2011. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Cadernos de Saúde Pública | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Antibacterianos | pt_BR |
| dc.subject | Gravidez | pt_BR |
| dc.subject | Farmacorresistência bacteriana | pt_BR |
| dc.subject | Políticas públicas | pt_BR |
| dc.title | Uso de antibacterianos em gestantes antes e após regulamentação no Brasil: coortes de nascimentos de Pelotas, Rio Grande do Sul, de 2004 e 2015 | pt_BR |
| dc.title.alternative | Use of anti-bacterial agents in pregnant women before and after regulation in Brazil: Pelotas (Brazil) birth cohorts of 2004 and 2015 | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.identifier.doi | 10.1590/0102-311XPT168021 | |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |