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dc.creatorMallue, Felipe Garcia
dc.creatorLeite, Giulia Salaberry
dc.creatorDias, Tales Conceição
dc.creatorGuimarães, Italo Fontoura
dc.creatorKnuth, Alan Goularte
dc.creatorSilva, Inácio Crochemore Mohnsam da
dc.date.accessioned2025-12-08T23:40:24Z
dc.date.available2025-12-08T23:40:24Z
dc.date.issued2024
dc.identifier.citationMALLUE, Felipe Garcia; LEITE, Giulia Salaberry; DIAS, Tales Conceição; GUIMARÃES, Italo Fontoura; KNUTH, Alan Goularte; CROCHEMORE-SILVA, Inácio. Perspectivas de Profissionais de Educação sobre ações do Programa Saúde na Escola em Pelotas em 2022. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, [S. l.], v. 29, p. 1–8, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18918
dc.description.abstractEsta pesquisa teve como objetivo descrever as ações do Programa Saúde na Escola em 2022 no município de Pelotas, Rio Grande do Sul, segundo a perspectiva de profissionais da educação. Trata-se de um estudo transversal, contemplando 51 das 60 escolas de Ensino Fundamental de nível municipal. Foram utilizados dois questionários estruturados administrados aos responsáveis pelo Programa ou membros da equipe gestora das instituições por meio telefônico, ou presencial. Os temas abordados com diretores, vice-diretores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos incluíram a existência do Programa, as temáticas desenvolvidas, sua frequência, capacitação, envolvimento de profissionais de saúde e educação, articulação entre setores, apoio, autonomia de estudantes e barreiras para implementação do programa. Entre as 51 escolas analisadas, 41 (80,5%) delas possuíam o programa, com frequência das ações prevalentes a cada 3 meses (39,0%) e sendo a ação de Promoção da saúde bucal (90,2%) a mais apontada. Em 70,7% das escolas foram realizadas ações de promoção de atividade física. Além disso, observou-se o setor saúde como principal responsável pelas ações (87,8%), limitada participação dos alunos na escolha das temáticas (34,0%) e escassez de capacitações aos educadores (36,6%). Embora uma instituição universitária tenha se apresentado como fonte de apoio (53,7%) e todas as escolas com o programa registraram ao menos uma ação realizada, a sobrecarga (36,6%) e a necessidade de articulação (34,1%) foram as barreiras mais relatadas. Apesar dos desafios e dificuldades em diversos indicadores, foram identificadas iniciativas que configuram o Programa como importante ferramenta para promoção da saúde de escolares no município.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Atividade Física e Saúdept_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectPromoção da saúde no ambiente escolarpt_BR
dc.subjectPolíticas públicas saudáveispt_BR
dc.subjectEscolaspt_BR
dc.titlePerspectivas de profissionais de Educação sobre ações do Programa Saúde na Escola em Pelotas em 2022pt_BR
dc.title.alternativePerspectives of Education Professionals on actions of the School Health Program in Pelotas in 2022pt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.identifier.doi10.12820/rbafs.29e0341.
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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