Mostrar registro simples

dc.creatorSilveira, Naiélen Rodrigues
dc.creatorGomes, Thábata Viviane Brandão
dc.creatorRibeiro, Franciéle da Silva
dc.creatorSilva, Inácio Crochemore Mohnsam da
dc.date.accessioned2025-12-08T23:41:31Z
dc.date.available2025-12-08T23:41:31Z
dc.date.issued2025
dc.identifier.citationSILVEIRA, Naiélen Rodrigues; GOMES, Thábata Viviane Brandão; RIBEIRO, Franciéle da Silva; CROCHEMORE-SILVA, Inácio. Barreiras à prática de atividades físicas e esportivas de escolares com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista: estudo transversal em um município do Sul do Brasil. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, [S. l.], v. 30, p. 1–12, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18921
dc.description.abstractObjetivo: Descrever a percepção dos responsáveis de escolares com Deficiência Intelectual (DI) e/ ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) sobre o envolvimento em práticas de atividades físicas e esportivas, bem como identificar as barreiras que influenciam essa participação em um município do Sul do Brasil. Métodos: Trata-se de um estudo transversal descritivo. Como critérios de inclusão foram considerados escolares com diagnóstico de DI e/ou TEA, idades entre sete e 18 anos, matriculados em escolas regulares e especial do município, totalizando uma amostra de 53 escolares. Na coleta de dados ocorreu aplicação de questionário estruturado aplicado pelos pesquisadores e respondido pelos responsáveis dos escolares, tanto presencialmente nas escolas quanto online por telefone. Resultados: 86,7% dos escolares apresentaram baixo nível de atividade física e pouco engajamento em atividades físicas e esportivas no lazer. Entre as barreiras identificadas, predominaram as ambientais, como o clima da região (86,8%), dificuldade de locais para prática (81,7%), ausência de oportunidades gratuitas com orientação profissional (77,4%), insegurança próxima à residência (71,7%) e dificuldade de transporte (64,2%). Quanto às barreiras sociais, destacaram-se a dificuldade financeira (77,4%) e a falta de companhia de amigos (64,2%). Já entre as barreiras pessoais, evidenciou-se o medo de se machucar (58,8%) e experiências negativas anteriores (69,8%). Conclusão: Segundo a percepção dos responsáveis, o baixo envolvimento dos escolares com DI e/ou TEA em atividades físicas e esportivas está diretamente relacionado às barreiras ambientais, sociais e pessoais identificadas neste estudo.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Atividade Física e Saúdept_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEscolarespt_BR
dc.subjectAtividade física e esportivapt_BR
dc.subjectBarreiras e facilitadorespt_BR
dc.subjectDeficiência intelectual (DI)pt_BR
dc.subjectTranstorno do Espectro Autista (TEA)pt_BR
dc.titleBarreiras à prática de atividades físicas e esportivas de escolares com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista: estudo transversal em um município do sul do Brasilpt_BR
dc.title.alternativeBarriers to sports and physical activities among schoolchildren with Intellectual Disabilities and Autism Spectrum Disorder: a cross-sectional study in a municipality of Southern Brazilpt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.identifier.doi10.12820/rbafs.30e0414
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples