| dc.creator | Flores, Thaynã Ramos | |
| dc.creator | Nunes, Bruno Pereira | |
| dc.creator | Miranda, Vanessa Iribarrem Avena | |
| dc.creator | Silveira, Mariangela Freitas da | |
| dc.creator | Domingues, Marlos Rodrigues | |
| dc.creator | Bertoldi, Andréa Dâmaso | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-30T10:08:03Z | |
| dc.date.available | 2025-12-30T10:08:03Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.identifier.citation | FLORES, Thaynã Ramos et al. Ganho de peso gestacional e retenção de peso no pós-parto: dados da coorte de nascimentos de 2015, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Cad. Saúde Pública, v.36, n.11, e00203619, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19147 | |
| dc.description.abstract | objetivo foi descrever a prevalência de ganho de peso gestacional e a retenção de peso após 3 e 12 meses do parto, e identificar possíveis desigualdades socioeconômicas no ganho de peso gestacional adequado. Realizou-se um estudo longitudinal com dados da coorte de nascimentos de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, 2015. O ganho de peso gestacional foi classificado segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos. A retenção de peso aos 3 e 12 meses foi calculada considerando-se o peso da mãe em cada período, subtraído do peso pré-gestacional. Para identificar as possíveis desigualdades, utilizou-se o Slope Index (SII) e o Concentration Index (CIX). A amostra analítica incluiu as mães com informações para o desfecho em estudo (n = 4.102). A prevalência de ganho de peso gestacional adequado foi de 33,5% (IC95%: 32,1; 35,0). Foram encontradas desigualdades discretas na prevalência de ganho de peso adequado entre as menos escolarizadas [CIX = 1,88 (IC95%: -0,76; 4,52); SII = 4,27 (IC95%: -0,87; 9,41)] e entre as mães pertencentes ao quinto mais pobre – 1o quinto – [CIX = 1,04 (IC95%: -1,60; 3,67); SII = 2,93 (IC95%: -2,06; 7,92)], porém, estas diferenças não foram estatisticamente significativas. A média de retenção de peso pós-parto foi de 2,3kg (DP = 6,4) e de 1,4kg (DP = 8,8) após 3 e 12 meses do parto, respectivamente. Um terço das mulheres apresentou ganho de peso considerado adequado. As desigualdades observadas na prevalência de ganho de peso gestacional adequado com relação à menor escolaridade materna e quinto mais pobre de renda não foram estatisticamente significativas. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Cadernos de Saúde Pública | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Epidemiologia | pt_BR |
| dc.subject | Gravidez | pt_BR |
| dc.subject | Índice de Massa Corporal - IMC | pt_BR |
| dc.subject | Ganho de peso | pt_BR |
| dc.title | Ganho de peso gestacional e retenção de peso no pós-parto: dados da coorte de nascimentos de 2015, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil | pt_BR |
| dc.title.alternative | Gestational weight gain and postpartum weight retention: data from the 2015 birth cohort in Pelotas, Rio Grande do Sul State, Brazil | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.identifier.doi | 10.1590/0102-311X00203619 | |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |