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dc.creatorFerreira, Rodrigo Wiltgen
dc.creatorCaputo, Eduardo Lucia
dc.creatorHäfele, César Augusto
dc.creatorJerônimo, Jeferson Santos
dc.creatorFlorindo, Alex Antonio
dc.creatorKnuth, Alan Goularte
dc.creatorSilva, Marcelo Cozzensa da
dc.date.accessioned2025-12-30T10:09:58Z
dc.date.available2025-12-30T10:09:58Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.citationFERREIRA, Rodrigo Wiltgen et al. Acesso aos programas públicos de atividade física no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Cadernos de Saúde Pública, v.35, n.2, e00008618, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19152
dc.description.abstractO objetivo foi descrever o conhecimento de programas públicos de atividade física, a prática de atividade física em programas públicos e as barreiras relacionadas à não participação nestes programas de uma amostra representativa nacional, segundo o sexo, idade, cor da pele, renda, Unidades da Federação (UF) e ter sido visitado por uma equipe de saúde da família (EqSF) no último ano. Estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. As análises foram de cunho descritivo, usando-se a distribuição de frequências relativas e respectivos intervalos de 95% de confiança, ponderadas para o desenho amostral. Foram inclusos 60.202 indivíduos. A prevalência de conhecimento foi de 20% e, destes, 9,7% relataram prática de atividades nos programas públicos. As barreiras mais relatadas foram falta de tempo (41,4%) e não ter interesse pelas atividades oferecidas (29,7%). Mulheres possuem maior conhecimento quando comparadas aos homens, porém a prática é similar entre os sexos. O conhecimento e a prática de atividade física foram maiores nas categorias de idades mais avançadas. O conhecimento aumentou conforme a renda, mas os mais pobres participam mais dos programas públicos de atividade física em comparação às demais categorias de renda. O conhecimento e a prática de atividade física foram similares entre quem recebeu ou não uma visita de EqSF. As prevalências de conhecimento e prática de atividade física em programas públicos são pouco expressivas, sendo que quase 30% dos indivíduos não se interessam pelos programas vigentes. Esforços loco-regionais são necessários para que a atividade física possa se estabelecer como ferramenta de promoção de saúde.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCadernos de Saúde Públicapt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectAtividade motorapt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectPromoção da saúdept_BR
dc.titleAcesso aos programas públicos de atividade física no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013pt_BR
dc.title.alternativeAccess to public physical activity programs in Brazil: National Health Survey, 2013pt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.identifier.doi10.1590/0102-311X00008618
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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