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dc.creatorDal Molin, Inajara Marcela Grenzel
dc.creatorPinto, Luciana de Rezende
dc.date.accessioned2026-01-06T00:41:57Z
dc.date.available2026-01-06T00:41:57Z
dc.date.issued2024
dc.identifier.citationDAL MOLIN, Inajara Marcela Grenzel; PINTO, Luciana de Rezende. Atitudes idadistas não intencionais observadas no dia a dia do atendimento odontológico: reconhecer para evitar. In: CONGRESSO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, 10, 2024. Anais... Pelotas: UFPel, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19188
dc.description.abstractEtarismo, idadismo ou ageísmo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (2022), se referem aos estereótipos, preconceitos e discriminações baseados na idade, sendo um problema de ordem global. No Brasil, esta discriminação é considerada um crime, de acordo com o art. 96 do Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003). Segundo os dados do censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), a população com 65 anos ou mais no país cresceu cerca de 57% em 12 anos, ou seja, 32 milhões de pessoas, aproximadamente, são idosas. A discriminação contra as pessoas em relação a idade é acentuada com o envelhecimento e dependentes de cuidados, impactando diretamente em menor expectativa de vida, pior saúde física e mental, pior qualidade de vida, aumento do isolamento social e solidão, além de caucionar risco a violência (OMS, 2022).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEstereótipopt_BR
dc.subjectIdadismopt_BR
dc.subjectEtarismopt_BR
dc.titleAtitudes idadistas não intencionais observadas no dia a dia do atendimento odontológico: reconhecer para evitarpt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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