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Potencial Antioxidante e Anti-inflamatório do Extrato Nanoencapsulado de Araçá Vermelho (Psidium cattleianum) em Tecido Cerebral e Cultura Primária de Astrócitos

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Dissertacao_Emilly_Fiuza_Rodrigues.pdf (1.427Mb)
Data
2025-10-10
Autor
Rodrigues, Emilly Fiuza
Metadata
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Resumo
O araçá vermelho (Psidium cattleianum) destaca-se pelo seu elevado teor de compostos fenólicos, reconhecidos por suas propriedades antioxidantes e anti inflamatórias. Entretanto, a baixa biodisponibilidade e estabilidade desses compostos podem limitar sua eficácia biológica. A nanotecnologia surge como uma estratégia promissora para potencializar sua eficácia e aplicabilidade terapêutica. Este estudo investigou os efeitos do extrato livre e nanoencapsulado de araçá-vermelho sobre parâmetros oxidativos e inflamatórios em tecido cerebral de ratos e em cultura primária de astrócitos expostos ao lipopolissacarídeo (LPS). As nanocápsulas revestidas com zeína contendo 0%, 30% (100 e 200 µg/mL) e 50% (v/v) (100 e 200 µg/mL) de extrato de P. cattleianum, assim como o extrato livre (100 e 200 µg/mL), foram avaliadas em um protocolo de estresse oxidativo in vitro, induzido por peróxido de hidrogênio e sulfato ferroso, em tecido cerebral de ratos. No protocolo de cultivo celular, os astrócitos foram tratados com o extrato livre (100 µg/mL) ou nanoencapsulado de 50% (100 µg/mL) por 72 horas e expostos ao LPS por 3 horas. Nestas células, foram avaliados parâmetros de estresse oxidativo, atividade da acetilcolinesterase (AChE) e níveis de interleucina-10 (IL-10). No modelo in vitro de estresse oxidativo, após uma hora de incubação, tanto o extrato livre quanto o nanoencapsulado reduziram os níveis de substâncias reativas ao ácido tiobartitúrico (TBARS) de forma semelhante. Em relação aos níveis de nitrito, o extrato nanoencapsulado mostrou-se mais eficaz que o extrato livre. Após três horas de incubação, o extrato nanoencapsulado apresentou maior efetividade na redução dos níveis de TBARS em comparação ao extrato livre. Em astrócitos, o LPS reduziu a viabilidade celular e os níveis de IL-10, promoveu dano oxidativo e aumentou a atividade da AChE. Ambos os tratamentos (extrato livre e nanoencapsulado) preveniram essas alterações, sendo que o extrato nanoencapsulado demonstrou maior eficácia na prevenção das alterações da atividade da catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD), AChE e dos níveis de IL-10. Esses achados evidenciam o potencial antioxidante, anti-inflamatório e glioprotetor do extrato de araçá vermelho, reforçando a nanotecnologia como estratégia promissora para potencializar as atividades biológicas de compostos bioativos no contexto da neuroinflamação.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19297
Collections
  • PPGBBio: Dissertações e Teses [177]

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