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Histomorfometria microcotiledonar da placenta de éguas com placentite ascendente induzida submetidas a diferentes tratamentos

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Dissertacao_Leticia_da_Silva_Souza.pdf (744.6Kb)
Data
2020-02-20
Autor
Souza, Letícia da Silva
Metadata
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Resumo
A saúde fetal é influenciada pelas funções da placenta, órgão epiteliocorial, difuso e microcotiledonar. Patologias, como a placentite, podem levar ao desprendimento da união útero-placenta, acarretando em quadros de hipóxia fetal e distúrbios na produção hormonal. O objetivo do presente estudo foi investigar os efeitos do estradiol sobre os microcotilédones da placenta de éguas com placentite induzida submetidas a diferentes tratamentos, com o auxílio da análise digital de imagens. Foram utilizadas 30 placentas de éguas mestiças Crioulas durante as temporadas reprodutivas de 2012, 2013 e 2014. A indução da placentite foi realizada através da infusão intra-cervical de Streptococcus equi subespécie zooepidemicus entre os dias 280-295 de gestação. A hormonioterapia juntamente com avaliação clínica teve início 48h após a indução e as éguas foram divididas em grupos de acordo com a terapia administrada: G1 (n=5) éguas não induzidas; G2 (n=5) éguas com placentite induzida tratadas com antibioticoterapia e anti-inflamatório (sulfametoxazol e trimetoprim -SMT + Flunexin Meglumine -FM); G3 (n=5) éguas com placentite induzida tratadas com SMT+FM acrescido de Cipionato de estradiol (ECP); G4 (n=5) éguas com placentite induzida tratadas com SMT+FM acrescido de ECP e Altrenogest; G5 (n=5) éguas com placentite induzida tratadas com SMT+FM acrescido de Altrenogest; G6 (n=5) éguas não tratadas. Após o parto assistido, amostras histológicas foram obtidas a partir de quatro pontos de cada placenta referente a porção da estrela cervical; corno gravídico; corno não gravídico e corpo uterino. As lâminas foram avaliadas por microscopia óptica, digitalizadas e processadas pelo software NIH ImageJ 1.48r. A área capilar microcotiledonar média da porção referente a estrela cervical e do corno não gravídico do G1 e G3 foram superiores dos demais grupos (p <0,05). Enquanto a área capilar microcotiledonar média do corpo uterino foi maior no G1, comparada aos demais grupos. Quando analisada a área microcotiledonar do corno gravídico do G1 e G3 foram maiores que a observada dos demais grupos (p <0,05). A área microcotiledonar do corno não gravídico do G1 e G3 foram superiores aos demais grupos. Sendo assim, o grupo de éguas tratadas com ECP apresentou uma melhor resposta microcotiledonar, frente aos demais tratamentos.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19298
Collections
  • PPGV: Dissertações e Teses [450]

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