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O governo dos corpos: o dispositivo biopolítico na obra “O conto da aia”
| dc.creator | Leite, Bruna dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-26T09:50:14Z | |
| dc.date.available | 2026-01-26T09:50:14Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.identifier.citation | LEITE, Bruna dos Santos. O governo dos corpos: o dispositivo biopolítico na obra “O conto da aia”. Revista Seara Filosófica, v.19, p.130-144, 2019. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 2177- 8698 | |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19459 | |
| dc.description.abstract | A existência humana ocorre em um determinado período no tempo, possuindo determinadas características históricas, sociais, culturais, econômicas, políticas, etc, que circunscrevem os corpos dos indivíduos. Ou seja, cada época e sociedade produzem relações específicas entre indivíduos e os seus corpos, assim como determinadas formas de comportamento social desejáveis e aceitáveis (vestir, falar, alimentar-se, por exemplo). E este é um tema recorrente nas obras de Michel Foucault (1926-1984), ao definir o biopoder como o poder que é exercido sobre a vida, efetuando-se nas práticas sociais de dois modos: (i) como disciplina, visando à constituição de “corpos dóceis”, isto é, atuando individualmente sobre cada pessoa; e (ii) como biopolítica, conduzindo o comportamento e ordenando a vida das populações. Com base nesta perspectiva, o presente artigo analisa a obra literária “O conto da aia” (1985), de Margaret Atwood (1939-), identificando de que modo a biopolítica, enquanto dispositivo de poder que atua sobre o comportamento dos indivíduos, se efetiva na sociedade fictícia narrada. O objetivo não é o de realizar uma investigação sobre o discurso literário, mas: (1) aplicar ao cenário da narrativa o modo de análise proposto por Foucault, para (2) verificar as possibilidades e as limitações desse método em um determinado contexto político-social-econômico-histórico, ainda que ficcional. “O conto da aia” foi escolhido porque ele apresenta uma sociedade com lugares sociais definidos pelo corpo e sua “produtividade”, formando castas, elaborando rituais e modos de ser na sociedade, que visa a administração integral do comportamento social. O enredo da obra é complementado por discursivos descontínuos, mostrando as “brechas” e as “falhas” neste sistema de poder, que indicam os pontos de resistência, permitindo que ele possa ser utilizado como um exercício filosófico-reflexivo, que questiona as relações de poder e reflete acerca das práticas de liberdade. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Michel Foucault (1926-1984) | pt_BR |
| dc.subject | “O conto da Aia” | pt_BR |
| dc.subject | Biopolítica | pt_BR |
| dc.title | O governo dos corpos: o dispositivo biopolítico na obra “O conto da aia” | pt_BR |
| dc.title.alternative | The government of the bodies: the biopolitical dispositive in “The handmaid’s tale” | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |

