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Maternidade na adolescência no Brasil: altas taxas de fecundidade e desigualdades gritantes entre municípios e regiões
| dc.creator | Barros, Aluísio Jardim Dornellas de | |
| dc.creator | Blumenberg, Cauane | |
| dc.creator | Costa, Janaína Calu | |
| dc.creator | Ruas, Luís Paulo Vidaletti | |
| dc.creator | Lima, Natália P. | |
| dc.creator | Wehrmeister, Fernando César | |
| dc.creator | Costa, Francine dos Santos | |
| dc.creator | Silva, Luiza Eunice Sá da | |
| dc.creator | Victora, Cesar Gomes | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-04T01:41:18Z | |
| dc.date.available | 2026-02-04T01:41:18Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.identifier.citation | BARROS, Aluísio Jardim Dornelas de et al. Maternidade na adolescência no Brasil: altas taxas de fecundidade e desigualdades gritantes entre municípios e regiões. Cad. Saúde Pública, v.42, e00057625, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19570 | |
| dc.description.abstract | A gravidez na adolescência é um grande desafio para a saúde pública no Brasil, com uma taxa de fecundidade de 43,6 nascimentos por mil meninas de 15 a 19 anos em 2022. Este estudo investigou as desigualdades nas taxas de fecundidade adolescente entre municípios e regiões brasileiras e explorou a associação entre taxas de fecundidade adolescente e características sociodemográficas, especificamente, privação municipal e tamanho populacional. Foram utilizados dados do SINASC e do Censo Demográfico de 2022. As análises incluíram nascimentos entre 2020 e 2022, excluindo municípios com menos de 50 nascimentos no período. As taxas de fecundidade adolescente municipais foram comparadas com a estimativa média observada em países classificados por nível de renda e descritas de acordo com quintis do Índice Brasileiro de Privação e tamanho populacional. As desigualdades dentro de cada região geográfica foram avaliadas utilizando a diferença absoluta média para a média regional e a amplitude. Foram encontradas disparidades substanciais nas taxas de gravidez na adolescência entre as regiões, com o Norte e o Nordeste apresentando as estimativas mais altas, enquanto o Sul e o Sudeste apresentaram taxas comparativamente mais baixas. A Região Centro-oeste apresentou um valor intermediário. Encontramos grandes desigualdades entre os municípios e uma pequena proporção deles, concentrada na Região Norte, apresentou taxas de fecundidade adolescente excepcionalmente alta. Municípios com níveis mais elevados de privação apresentaram taxas de gravidez na adolescência significativamente mais alta, ressaltando a influência de fatores socioeconômicos na gravidez entre as adolescentes. Os resultados enfatizam a necessidade de intervenções e políticas direcionadas que abordem esses determinantes contextuais para reduzir efetivamente as taxas de gravidez entre meninas no Brasil. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Cadernos de Saúde Pública | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Nascido vivo | pt_BR |
| dc.subject | Mães adolescentes | pt_BR |
| dc.subject | Taxa de fecundidade | pt_BR |
| dc.subject | Desigualdade em saúde | pt_BR |
| dc.title | Maternidade na adolescência no Brasil: altas taxas de fecundidade e desigualdades gritantes entre municípios e regiões | pt_BR |
| dc.title.alternative | Maternity in adolescence in Brazil: high fertility rates and stark inequalities across municipalities and regions | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.identifier.doi | 10.1590/0102-311XPT057625 | |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |

