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dc.creatorSilva, Édio Raniere da
dc.creatorBastos, Victória Oliveira
dc.date.accessioned2026-02-06T13:30:14Z
dc.date.available2026-02-06T13:30:14Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationSILVA, Édio Raniere da; BASTOS, Victória Oliveira. Oito vezes arte indígena contemporânea: 8 X AIC. Palíndromo, Florianópolis, v.15, n.35, p.269-287, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19597
dc.description.abstractA partir do conceito de Arte Indígena Contemporânea – AIC – enunciado por Jaider Esbell (2016, 2018a; 2018b) apresentamos uma breve coleção envolvendo onze trabalhos de oito artistas: Arissana Pataxó, Carmézia Emiliano, Denilson Baniwa, Daiara Tukano, Ibã Huni Kuin (Coletivo MAHKU), Jaider Esbell, Joseca Yanomami e Mário Flores Taurepang. Onde se enuncia uma estética singular, uma lógica da sensação ameríndia, imagens que resistiram bravamente à colonização. Imagens ancestrais que nos falam sobre um daqui a pouco. O ensaio busca expor uma paisagem inicial sobre a Arte Indígena Contemporânea, movimento que se encontra em plena ebulição. O referencial teórico utilizado vem do pensamento ameríndio e da filosofia da diferença.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherRevista Palíndromopt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectArte indígena contemporâneapt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectJaider Esbellpt_BR
dc.subjectImagempt_BR
dc.titleOito vezes arte indígena contemporânea: 8 X AICpt_BR
dc.title.alternativeEight times contemporary indigenous art – 8 X AICpt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.identifier.doidx.doi.org/10.5965/2175234615352023269
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR


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