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Técnica para identificação de ovos de Dioctophyme renale em urina de gatos, empregada M sílica
| dc.creator | Ferraz, Alexsander | |
| dc.creator | Pires, Bruna dos Santos | |
| dc.creator | Evaristo, Tainá Ança | |
| dc.creator | Perera, Soliane Carra | |
| dc.creator | Nizoli, Leandro Quintana | |
| dc.creator | Rapetti, Josaine Cristina da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-23T15:54:41Z | |
| dc.date.available | 2026-02-23T15:54:41Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.identifier.citation | FERRAZ, Alexsander et al. Técnica para identificação de ovos de Dioctophyme renale em urina de gatos, empregada M sílica, Veterinária e Zootecnia, v.27, p.1-8, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 2178-3764 | |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19833 | |
| dc.description.abstract | A dioctofimatose é uma doença parasitária causada pelo helminto Dioctophyme renale, tendo como hospedeiros definitivos, cães, gatos, animais silvestres e também o homem, pois este parasito possui potencial zoonótico. Acomete os rins dos seus hospedeiros definitivos, geralmente o direito, mas podem ser encontrados também em outros locais. Embora seja descrito maior ocorrência de casos em cães, também há relatos desta parasitose em gatos. Uma das formas de diagnóstico é através da visualização de ovos do D. renale através do exame de urina. Porém, pelas características comportamentais dos gatos, a coleta de urina nesta espécie é de difícil execução. Portanto, através do estudo de técnicas para pesquisa de ovos deste parasito na urina dos gatos em sílica, presente nas caixas de areia, procura-se facilitar o diagnóstico nestes animais. Para realização deste trabalho, amostras de sílica foram contaminadas com urina contendo ovos de D. renale. As técnicas utilizadas para pesquisa de ovos foram: centrífugo-flutuação em solução hipersaturada glicosada, em duas densidades: 1.230g/ml e 1.275g/ml; flutuação espontânea em solução hipersaturada glicosada, em duas densidades: 1,230g/ml e 1,275g/ml e centrífugo-sedimentação. A avaliação das amostras foi realizada em diferentes tempos, distribuídos da seguinte forma: momento zero, 6 horas, 12 horas, 18 horas, 24 horas, 36 horas, 48 horas, 72 horas, 120 horas, 168 horas, 240 horas e 336 horas após contaminação do material. A técnica de centrífugo-sedimentação foi a que apresentou o melhor resultado, sendo possível identificar ovos morfologicamente viáveis de D. renale durante os 14 dias de análise. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Parasito | pt_BR |
| dc.subject | Rins | pt_BR |
| dc.subject | Felinos | pt_BR |
| dc.subject | Animais domésticos | pt_BR |
| dc.title | Técnica para identificação de ovos de Dioctophyme renale em urina de gatos, empregada M sílica | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |
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Abrange os arquivos de periódicos da área de Pós-Graduação em veterinária.

