Dinâmica hídrica vascular de diferentes genótipos de oliveira na Região Sul do Brasil

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Data
2023-08-25Autor
Reveilleau Júnior, Vilson Luís
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A embolia nas angiospermas, mais especificamente na oliveira, torna-se um fator de
limitação para atingir a produtividade e regularidade esperada em regiões que não
atendem os aspectos edafoclimáticos de produção como naquelas do Sul do Brasil.
Objetivou-se neste trabalho, através de dois capítulos, sendo no primeiro, determinar a
dinâmica hídrica do xilema, por meio da análise histomorfométrica dos vasos do xilema
e determinar a condutividade hidráulica teórica. No segundo capítulo, determinar a
resposta da condutividade hidráulica nativa e máxima, e a perda de condutividade
hidráulica. As avaliações foram realizadas em três variedades de oliveira, durante o ano
de 2022, na região de Pelotas-RS. A partir dos resultados da análise histomorfométrica,
concluiu-se que a anatomia dos vasos condutores do xilema na oliveira, revelou
diferenças intraespecíficas em relação à área, diâmetro dos vasos, e condutividade
hidráulica teórica. Os elementos de vasos com maior importância, relacionados à
segurança e sobrevivência da oliveira são os de menores diâmetros, ou seja, entre 0 e 22
µm. Já os elementos de vasos entre 22 e 44 µm são responsáveis por mais de 50% do
fluxo total. Em relação à densidade de madeira, não houve diferença entre as três
variedades. A resposta da condutividade hídrica nativa, a máxima e a condutância
hidráulica específica foi diferente no âmbito temporal, sazonal e intraespecífico.