• português (Brasil)
    • English
    • español
  • português (Brasil) 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Entrar
Ver item 
  •   Página inicial
  • Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia - ESEF
  • Pós-Graduação em Educação Física - PPGEF
  • PPGEF: Dissertações e Teses
  • Ver item
  •   Página inicial
  • Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia - ESEF
  • Pós-Graduação em Educação Física - PPGEF
  • PPGEF: Dissertações e Teses
  • Ver item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Associações bidirecionais entre atividade física e sintomas depressivos e seus efeitos inter-relacionados na mortalidade em idosos: evidências da coorte “COMO VAI?” em Pelotas/RS

Thumbnail
Visualizar/Abrir
Tese Bárbara Sutil da Silva.pdf (1.584Mb)
Data
2025-02-25
Autor
Silva, Bárbara Sutil da
Metadata
Mostrar registro completo
Resumo
A presente tese é composta por dois artigos elaborados através dos dados de um estudo de coorte denominado “COMO VAI?”, conduzido com amostra representativa da população idosa da cidade de Pelotas-RS. No primeiro artigo, tivemos como objetivo avaliar associações bidirecionais e longitudinais entre atividade física (AF) e sintomas depressivos (SD). As análises utilizaram dados do baseline (2014) e um acompanhamento realizado em 2019/20. Foi aplicada a versão longa do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) para avaliar a AF nos domínios de lazer, deslocamento e total (permitindo estimativas combinando os dois domínios como AF total). A presença dos SD foi medida através da Escala de Depressão Geriátrica (GDS-10), sendo um escore ≥5 considerado presença de SD. Modelos de regressão linear foram usados para avaliar associações bidirecionais entre AF e SD. Amostra analítica desse primeiro estudo incluiu 515 indivíduos com média de idade de 70,7 (±9,2) anos. A AF total (β: -0,0006; IC 95%: -0,0011; -0,0001) e AF deslocamento (β: -0,0008; IC95%: -0,0016; -0,0001) em 2014 foi preditor de piores escores de SD em 2019/20. Ao mesmo tempo, escore de SD em 2014 (β: -9,79; IC 95%: -18,81; -0,76) foi preditor de menor prática da AF lazer no seguimento 2019/20, ajustado para aspectos sociodemográficos e outros comportamentos de saúde. Entretanto, quando ajustado para os respectivos desfechos no baseline, as associações encontradas não se mantiveram estatisticamente significativas. O presente estudo não encontrou evidências de bidirecionalidade entre AF e SD. Já no artigo 2, foi avaliado o papel moderador e mediador da AF na associação entre SD e mortalidade por todas as causas. As análises também utilizaram dados do baseline (2014) e do primeiro acompanhamento realizado em 2017. A AF foi avaliada nos domínios de lazer, deslocamento e total através do IPAQ. Por acelerometria, através do GENEActive®, foram avaliadas a AF moderada a vigorosa (AFMV) e geral. As informações de mortalidade foram identificadas por meio de relatos de familiares, vizinhos e nas declarações de óbitos, todas confirmadas pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade do Serviço Municipal de Saúde. Modelos de regressão de Cox foram usados para avaliar a associação entre SD e mortalidade por todas as causas moderada pela AF. Conduzimos uma análise usando decomposição de quatro vias, que unifica mediação e interação para avaliar a mediação da AF nesta relação. Amostra analítica do artigo 2 contou com participação de 1394 idosos com média de idade de 70,7 (±9,2) anos. Os idosos com SD apresentaram risco duas vezes maior de mortalidade em comparação aos sem sintomas (HR 2.31; 95% IC: 1.45; 3.68). A AFMV (HR 3.13; 95% IC: 1.16; 8.50) e geral (HR 5.26 95% IC: 1.62; 17.04), ambas por acelerometria, e os domínios de lazer (HR 2.33 95% IC 1.12; 4.85) e total (HR 2.37 95% IC 1.05; 5.35) moderaram a associação entre SD e mortalidade. AF de deslocamento não foi um moderador na associação entre SD e mortalidade. Além disso, não foi observado um efeito mediador para nenhuma das medidas de AF na associação entre SD e mortalidade. A prática de AF mesmo abaixo do recomendado pode minimizar os efeitos dos SD na mortalidade em idosos. Nossas evidências trazem motivações adicionais para a implementação de práticas e políticas para aumentar a AF em idosos com SD. Palavras-chave: Sintomas Depressivos; Atividade Física; Idosos; Estudo de Coorte; Saúde mental; Acelerometria.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17497
Collections
  • PPGEF: Dissertações e Teses [374]

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
Atmire NV
 

 

Navegar

Todo o repositórioComunidades e ColeçõesData do documentoAutoresOrientadoresTítulosAssuntosÁreas de Conhecimento (CNPq)DepartamentosProgramasTipos de DocumentoTipos de AcessoEsta coleçãoData do documentoAutoresOrientadoresTítulosAssuntosÁreas de Conhecimento (CNPq)DepartamentosProgramasTipos de DocumentoTipos de Acesso

Minha conta

EntrarCadastro

Estatística

Ver as estatísticas de uso

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
Atmire NV