• português (Brasil)
    • English
    • español
  • español 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Login
Ver ítem 
  •   DSpace Principal
  • Faculdade de Medicina - FaMed
  • Pós-Graduação em Epidemiologia - PPGEpidemio
  • PPGEpidemio: Dissertações e Teses
  • Ver ítem
  •   DSpace Principal
  • Faculdade de Medicina - FaMed
  • Pós-Graduação em Epidemiologia - PPGEpidemio
  • PPGEpidemio: Dissertações e Teses
  • Ver ítem
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Obesidade e satisfação corporal: um estudo de base populacional em Pelotas, RS

Thumbnail
Ver/
Obesidade e satisfação corporal (2.772Mb)
Fecha
2001-02
Autor
Silveira, Erika Aparecida da
Metadatos
Mostrar el registro completo del ítem
Resumen
Objetivo Avaliar a confiabilidade do índice de Massa Corporal (IMC), calculado através do peso e altura auto-referidos, para predizer o estado nutricional de adultos e identificar fatores associados ao erro de classificação. Métodos A partir de um estudo transversal de base populacional incluindo 3934 indivíduos maiores de 20 anos realizado em Pelotas, RS, foi sorteada uma subamostra de 140 indivíduos nos quais foram coletadas as medidas de peso e altura, calculando-se os IMCs com as medidas coletadas e referidas. A partir da comparação entre os IMCs calculou-se o erro médio do IMC referido, identificando-se as características dos indivíduos que apresentaram erro na informação das medidas. Através de equação de regressão linear calculou-se o IMC “corrigido”. A concordância entre os IMC medidos, “referido” e “corrigido” foi avaliada através do teste Kappa e gráfico de Altman. Resultados O IMC “referido” é subestimado por mulheres, independente de seu estado nutricional, enquanto que entre os homens, esse dado mostrou-se confiável. Em mulheres, idade, renda familiar, atitude para perder peso e estado nutricional mostraram-se associadas à subestimativa de IMC na análise bivariada, porém na análise multivariada permaneceram significativas apenas idade e renda familiar. Assim, mulheres acima de 50 anos e de menor renda subestimaram o IMC em mais de 2 kg/m². Conclusões A utilização do IMC “referido” para predizer o estado nutricional de adultos deve ser utilizada com cautela, pois pode resultar em subestimativa da prevalência de obesidade e superestimativa do sobrepeso em mulheres. A correção minimiza esse tipo de viés, tornando os dados confiáveis.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18090
Colecciones
  • PPGEpidemio: Dissertações e Teses [406]

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Contacto | Sugerencias
Theme by 
Atmire NV
 

 

Listar

Todo DSpaceComunidades & ColeccionesPor fecha de publicaciónAutoresAdvisorsTítulosMateriasKnowledge Areas (CNPq)DepartmentsProgramsDocument TypesAccess TypesEsta colecciónPor fecha de publicaciónAutoresAdvisorsTítulosMateriasKnowledge Areas (CNPq)DepartmentsProgramsDocument TypesAccess Types

Mi cuenta

AccederRegistro

Estadísticas

Ver Estadísticas de uso

DSpace software copyright © 2002-2022  LYRASIS
Contacto | Sugerencias
Theme by 
Atmire NV