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Alterações fisiológicas, bioquímicas e moleculares de arroz, cv. BRS AG, em reposta ao estresse salino

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Dissertação TATIANA ROSSATTO.pdf (1.269Mb)
Data
2016-08-05
Autor
Rossatto, Tatiana
Metadata
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Resumo
A cultivar de arroz BRS AG, desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado, é a primeira cultivar destinada a outros fins, que não o consumo humano, podendo ser utilizada na produção de etanol e ou alimentação animal. No entanto, são poucas as informações sobre esta nova cultivar e desta forma é importante conhecer o seu comportamento frente à salinização do solo e da água que afetam cerca de 20 % da terra cultivada e quase metade das terras irrigadas do planeta. Desta forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a resposta da cultivar BRS AG, durante o desenvolvimeno inicial, à diferentes concentrações salinas, através de análises fisiológicas, bioquímicas e moleculares. As plantas foram cultivadas in vitro em meio de cultivo com cinco concentrações de NaCl (32, 68, 102, 136, 170 mM) e o controle (0 mM). Avaliações de germinação ocorreram aos 7 e aos 14 dias e as análises de massa seca e massa fresca da parte aérea e raiz; comprimento de raiz e parte aérea, número de folhas e número de raiz foram realizadas aos 21 dias. Para as análises enzimáticas da catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD), ascorbato peroxidase (APX) e glutationa redutase (GR), expressão gênica, espécies reativas de oxigênio (EROs), peroxidação lipídica (MDA) e concentração de prolina foi utilizada a concentração de 136 mM de NaCl e o controle. As coletas foram realizadas aos 5, 10, 15 e 20 dias. Os resultados indicam que a germinação da cv. BRS AG começa a ser prejudicada a partir da concentração de 170 mM de NaCl e a partir da concentração de 136 mM de NaCl é possível observar danos causados pelo estresse salino no crescimento. O acúmulo de prolina nas plantas estressadas foi superior ao encontrado nas plantas que não receberam estresse, o que está diretamente relacionado ao aumento da expressão dos genes envolvidos na biossíntese de prolina em cada um dos tempo de estresse. A atividade das enzimas SOD, CAT, APX e GR parecem ser efetivas na proteção dessas plantas contra o estresse oxidativo. Embora tenha havido aumento de EROs, não houve aumento nos níveis de MDA. O aumento na transcrição de todos os genes avaliados, exceto OsAPX6 que manteve-se estável, contribuíram para o aumento ou a manutenção da atividade das enzimas. De acordo com os resultados in vitro as plantas de arroz, cultivar BRS AG, suportam concentrações de até 136 mM de NaCl.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19640
Collections
  • PPGFV: Dissertações e Teses [152]

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