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Análise espacial da degradação ambiental no municipio de Capão do Leão, RS

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Tese_Ricardo_ Decker_ Cruz.pdf (11.59Mb)
Data
2011-09-08
Autor
Cruz, Ricardo Decker da
Metadata
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Resumo
O modelo atual de desenvolvimento tem como princípio básico o crescimento acelerado centrado no desenvolvimento tecnológico, um modelo de base econômica, sendo o PIB o principal indicador de desenvolvimento de uma nação. Esse modelo comprovadamente promove uma acelerada degradação da qualidade ambiental dos meios pressionados. O presente trabalho tem como objetivo identificar, quantificar e classificar a degradação ambiental severa no município de Capão do Leão, através do uso de geotecnologias. Para tal, foram utilizados os seguintes planos básicos de informação: base cartográfica (malha viária), hidrografia, bacias hidrográficas, Modelo Numérico do Terreno (MNT), vegetação, geologia, solos e áreas degradadas. As áreas degradadas foram identificadas a partir de imagens disponíveis do Google Earth e caracterizadas em campanhas de campo. A partir dos planos básicos foram gerados outros planos de informação como o mapa de declividades, de altitude e os cruzamentos com as áreas degradadas. A partir da integração dos dados foi elaborada uma classificação para as áreas degradadas no município cujas diretrizes basearam-se no agente causal, grau de degradação, status da atividade causadora da degradação e possibilidade e tipo de recuperação. Foram identificadas 746 áreas degradadas, variáveis em tamanho, forma e intensidade. Em termos globais encontrou-se um total de 474,9ha de áreas severamente degradadas, destacando-se aquelas ligadas as minerações (361,4ha ou 76% do total), de areia, granito e saibro, além de áreas de empréstimo (61,8 ha 13% do total), principalmente para barragens e estradas. As unidades de solos mais afetadas foram as de Neossolos Litólicos e de Argissolos, nas terras altas, por mineração de granito e saibro, respectivamente, e de Espodossolos, na planície do São Gonçalo, por mineração de areia. Das 746 áreas identificadas, 69 (224,27ha ou 47%) encontram-se em grau de degradação extrema com atividade erosiva forte ou muito forte, necessitando de uma recuperação que envolva uma intervenção continuada com conformação de entorno, podendo haver necessidade de redirecionamento de uso.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/1132
Collections
  • PPGA: Dissertações e Teses [396]

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