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Densidade óssea e conteúdo mineral aos 18 anos. Coorte de nascimento de Pelotas, 1993

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Tese_Jeovany_Martinez_Mesa.pdf (1.924Mb)
Data
2012-08-01
Autor
Mesa, Jeovany Martinez
Metadata
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Resumo
O conteúdo mineral ósseo, assim como a densidade óssea de um individuo refletem eventos ocorridos em etapas anteriores da vida, embora não exista um consenso de como este processo acontece. Devido à transição epidemiológica, as doenças cuja ocorrência é maior em idades mais avançadas têm acarretado maiores gastos em saúde, tanto em países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento. Dentre estas, as fraturas osteoporóticas são responsáveis por uma parte importante da carga de doenças não-transmissíveis. Os efeitos de variáveis da gestação e da infância precoce na vida adulta têm sido pouco abordados em estudos longitudinais de base populacional. Esta pesquisa pretende avaliar a associação entre variáveis da vida intra-uterina (como o fumo na gestação), variáveis do nascimento (como o peso ao nascer e a idade gestacional) e variáveis da infância e adolescência (como o estado nutricional e os padrões de crescimento), sobre a densidade e o conteúdo mineral ósseo aos 18 anos de idade. A constituição óssea será avaliada por meio do DXA. O estudo terá delineamento longitudinal e a população-alvo será constituída pelos participantes da coorte de nascimentos de Pelotas 1993, aos 18 anos. O estudo de determinantes do conteúdo mineral e densidade óssea em indivíduos jovens pode contribuir para o entendimento da formação e manutenção da constituição óssea, subsidiando a elaboração de políticas de saúde, que objetivem reduzir a ocorrência de fraturas na vida adulta. O presente projeto faz parte de um projeto mais amplo nominado: Influências precoces e contemporâneas sobre a composição corporal, capital humano, saúde mental e precursores de doenças crônicas complexas: Coorte de Nascimento de 1993 .
URI
https://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/1934
Collections
  • PPGEpidemio: Dissertações e Teses [373]

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