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Ação antifúngica dos óleos essenciais de Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis frente a isolados de Pythium insidiosum e Dermatófitos

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dissertacao_anelise_fonseca.pdf (480.3Kb)
Data
2011-03-10
Autor
Fonseca, Anelise Oliveira da Silva
Metadata
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Resumo
O presente estudo teve como objetivos determinar a composição química e avaliar a ação antifúngica dos óleos essenciais de Origanum vulgare (orégano) e Rosmarinus officinalis (alecrim). Os óleos foram analisados por cromatografia gasosa e identificados por comparação com o tempo de retenção de padrões. A avaliação da atividade antifúngica foi realisado o método de microdiluição em caldo, sendo utilizados nove isolados de dermatófitos e nove isolados de Pythium insidiosum provenientes de casos clínicos em animais. Os óleos foram submetidos a uma série de dez diluições em logaritmo de base 2, no meio RPMI 1640, obtendo-se concentrações de 30- 0,03μl/mL. As microplacas foram incubadas a 32ºC por 72 h e a susceptibilidade foi expressa pela concentração inibitória mínima (CIM). Os principais constituintes dos óleos de R. oficinalis foram cânfora (51,52%), verbenona (11,84%), 1,8-cineol (8,94%), mirceno (4,50%), α-terpineol (4,39%) e borneol (2,68%) e para o O. vulgare foram 4-terpineol (27,67%), gama-terpineno (4,10%), timol (0,58%) e carvacrol (21,58%). Para os Dermatófitos o CIM do R. Officinallis variou entre 30 a 3 μl/ml e para o O. vulgare variou entre 3 a 0,3 μl/mL. No caso do P. insidiosum o CIM do R. Officinallis variou entre 3 a 1,5 μl/ml e para o O. vulgare variou entre 3 a 0,75 μl/mL. De acordo com os resultados obtidos, pode-se afirmar que o óleos testados apresentam atividade antifúngica em dermatófitos e P. insidiosum. Os resultados estimulam novos estudos, especialmente em relação a P. insidiosum, já que ainda não está disponível nenhum tratamento eficaz.
URI
https://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/2570
Collections
  • PPGV: Dissertações e Teses [428]

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