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dc.creatorBasso, Eugênia Adamy
dc.date.accessioned2024-10-23T15:29:46Z
dc.date.available2024-10-23T15:29:46Z
dc.date.issued2023-07-25
dc.identifier.citationBASSO, Eugênia Adamy. Quando ignorância é força: ética e o vazio da experiência humana em distopias dos séculos XX e XXI. 2023. 194f. Tese (Doutorado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Centro de Letras e Comunicação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14366
dc.description.abstractThe present dissertation aims to analyze the paths of ethics in the dystopian novels We (Evgeni Zamyatin), Brave New World (Aldous Huxley), 1984 (George Orwell), Fahrenheit 451 (Ray Bradbury), Parable of the Sower (Octavia Butler), Oryx and Crake, The Year of the Flood and MaddAddam (Margaret Atwood), Never Let Me Go (Kazuo Ishiguro) and The Hunger Games (Suzanne Collins), based on the thesis that, in dystopian contexts, different configurations of ethical crisis are established due to tensions between the ideology of dominant institutions and the subject’s freedom, in order to promote the lack of experience as a strategy for maintaining power. For this study, we started with a chronological division of the literary corpus between dystopian novels from the first half of the twentieth century and from this point forward, based on the different political, historical and social contexts of publication that possibly influenced the literary genre. The first group of novels has as important characteristic the utopia of totalitarianism resulting from a post-war scenario, famine, scientific progress, emergence and rise of Nazism; the second group presents the utopia of transhumanism and capitalist scientific progress arising from a moment when capitalism is advancing towards neoliberalism, with emphasis on social marginalization and environmental exploitation. Thus, some concepts of ethics worked on by different theorists were analyzed in order to arrive at the understanding that ethics is the exercise of thinking about the attitudes of human conduct in favor of respect and alterity. Based on this argument, at the end of this study it was noticed that in both groups of dystopias there is a common aspect: in any dystopian scenario, whether in a space of totalitarian state or in a decentralized state, individuals are emptied of their subjectivity and filled with a moral ideology that controls the experience of subjects and that takes the space of ethics in the individual's life.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectÉticapt_BR
dc.subjectDistopiapt_BR
dc.subjectExperiênciapt_BR
dc.subjectIdeologiapt_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.subjectEthicspt_BR
dc.subjectDystopiapt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.subjectIdeologypt_BR
dc.subjectSubjectivitypt_BR
dc.titleQuando ignorância é força: ética e o vazio da experiência humana em distopias dos séculos XX e XXIpt_BR
dc.title.alternativeWhen ignorance is strength: ethics and the emptiness of human experience in 20th and 21st century dystopiaspt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0280439758938183pt_BR
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0002-3067-7237pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9216599540037680pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo analisar os desdobramentos da ética nos romances distópicos Nós (1924), de Evgeni Zamiátin, Admirável Mundo Novo (1932), de Aldous Huxley, 1984 (1949), de George Orwell, Fahrenheit 451 (1953), de Ray Bradbury, A Parábola do Semeador (1993), de Octavia Butler, Oryx e Crake (2003), O Ano do Dilúvio (2009) e MaddAddão (2013), trilogia de Margaret Atwood, Não me abandone jamais (2005), de Kazuo Ishiguro, e Jogos Vorazes (2008), de Suzanne Collins, fundamentando-se na tese de que, em contextos de distopia, se estabelecem diferentes configurações de crise ética por conta de tensões entre a ideologia de instituições dominantes e a liberdade do sujeito, de modo a se promover a pobreza da experiência como estratégia de manutenção do poder. Para este estudo, partiu-se de uma divisão cronológica do corpus literário entre obras da primeira metade do século vinte e deste ponto adiante, baseando-se nos diferentes contextos políticos, históricos e sociais de publicação que possivelmente influenciaram o gênero literário. O primeiro grupo de obras tem como elemento principal a utopia do totalitarismo resultante de um cenário de pós-guerra, fome, progresso científico, surgimento e ascensão do nazismo; o segundo grupo traz a utopia do transumanismo e do progresso científico capitalista oriundo de um momento em que o capitalismo avança rumo ao neoliberalismo, estando em destaque a marginalização social e a exploração ambiental. A partir de então, realizou-se uma análise dos conceitos de ética trabalhados por diferentes teóricos, de modo a chegar-se ao entendimento de que a ética é o exercício do pensamento sobre as atitudes da conduta humana em prol do respeito e da alteridade. Com base nesse argumento, ao fim deste estudo percebeu-se que em ambos os grupos de distopias há um denominador comum: em qualquer cenário distópico, seja em espaço de Estado totalitário ou Estado descentralizado, os indivíduos são esvaziados de sua subjetividade e preenchidos com uma ideologia moral que controla o experienciar dos sujeitos e que toma o espaço da ética na vida do indivíduo.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Marques, Eduardo Marks de
dc.subject.cnpq1LETRASpt_BR


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