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dc.creatorDiogo, Julia da Rosa
dc.date.accessioned2024-10-31T00:59:33Z
dc.date.available2024-10-31T00:59:33Z
dc.date.issued2024-07-30
dc.identifier.citationDIOGO, Julia da Rosa. Variação lexical no 9º ano do Ensino Fundamental II: um estudo sobre crenças dos estudantes e processamento de variantes regionais. 2024. 192 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Centro de Letras e Comunicação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14406
dc.description.abstractThis project is an interface between psycholinguistics and sociolinguistics in order to address a topic that has not yet been widely researched in Brazil: the processing of linguistic variation at the lexical level in relation to beliefs about this variation. Based on this, the general objective was to verify how the linguistic beliefs of elementary school students relate to the processing of a regional lexical variant. The specific objectives were: to investigate the effect of diatopic linguistic variation on word processing; to analyze 9th grade students' beliefs about regional linguistic variation at the lexical level; and to relate students' beliefs about diatopic linguistic variation to processing data. To do this, we used empirical studies on variation processing (Henrique, 2016; Marcilese et al., 2017; Azalim et al., 2018; Freitag; Souza, 2019; Souza; Freitag, 2021; Freitag; Sá, 2019; Jakubów; Corrêa, 2019) and studies on linguistic beliefs (Marques; Baronas, 2015; Frasson, 2016; Santos, 2017; Silva, 2019; Correia, 2022). In order to achieve the proposed objectives, a lexical decision task and a questionnaire on beliefs were applied to 9th grade elementary school students from a state school located in the city of Bagé (RS). In addition, three pilot studies were carried out to make the data collected more reliable. The results found in this task show that the regional variant, even though it is used daily by the students, required more cognitive effort to process, because the students are in a school environment, i.e. they are in a literacy context, where they are encouraged to use the standard variant. In addition, the modality of written presentation may have influenced processing. With regard to beliefs, it was noted that students perceive that there is a standard and correct language, which often leads them to not recognize the linguistic diversity that they bring into the classroom. In addition, the majority of students recognize the existence of regional variation; however, not all of them realize that there is also variation within Rio Grande do Sul. In the comparative analysis of the results found in the lexical decision task and the beliefs questionnaire, it was found that good performance in processing the stimuli was not related to more positive beliefs about linguistic variation. In general, it was found that the students' linguistic beliefs were not related to word processing. Reconciling a psycholinguistic approach with sociolinguistic findings can help to improve understanding of how linguistic variation is thought of, represented and processed by elementary school students and have implications for mother tongue teaching.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectVariação linguísticapt_BR
dc.subjectProcessamentopt_BR
dc.subjectCrençaspt_BR
dc.subjectLéxicopt_BR
dc.subjectLinguistic variationpt_BR
dc.subjectProcessingpt_BR
dc.subjectBeliefspt_BR
dc.subjectLexiconpt_BR
dc.titleVariação lexical no 9º ano do Ensino Fundamental II: um estudo sobre crenças dos estudantes e processamento de variantes regionaispt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1078683272759722pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4045334825113050pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho assume uma interface entre a Psicolinguística e a Sociolinguística para abordar um tema ainda pouco pesquisado no Brasil: o processamento da variação linguística no nível lexical em relação com as crenças sobre essa variação. Com base nisso, o objetivo geral foi verificar de que forma as crenças linguísticas de estudantes do Ensino Fundamental II se relacionam com o processamento de uma variante lexical regional. Os objetivos específicos foram: investigar o efeito da variação linguística diatópica no processamento de palavras; analisar quais são as crenças de estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental II sobre a variação linguística regional, no que tange ao nível lexical, e relacionar as crenças de estudantes sobre a variação linguística diatópica com os dados de processamento. Para isso, tomou-se como base estudos empíricos sobre o processamento da variação (Henrique, 2016; Marcilese et al., 2017; Azalim et al., 2018; Freitag; Souza, 2019; Souza; Freitag, 2021; Freitag; Sá, 2019; Jakubów; Corrêa, 2019) e estudos sobre crenças linguísticas (Marques; Baronas, 2015; Frasson, 2016; Santos, 2017; Silva, 2019; Correia, 2022). Para atingir os objetivos propostos, foram aplicados uma tarefa de decisão lexical e um questionário de crenças com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental de uma escola estadual de educação básica localizada na cidade de Bagé (RS). Além disso, foram aplicados três estudos-piloto para trazer mais confiabilidade aos dados coletados. Os resultados encontrados nessa tarefa mostram que a variante regional, mesmo sendo utilizada cotidianamente pelos estudantes, demandou maior esforço cognitivo no processamento, pois os estudantes estão inseridos em um ambiente escolar, isto é, estão em um contexto de letramento, em que são incentivados a fazerem uso da variante padrão. Além disso, a modalidade de apresentação escrita pode ter influenciado o processamento. No que diz respeito às crenças, percebeu-se que os estudantes têm a percepção de que existe uma língua padrão e correta, o que os leva a não reconhecerem, muitas das vezes, a diversidade linguística que trazem para dentro da sala de aula. Além disso, a maioria dos estudantes reconhecem a existência da variação regional, no entanto, verificou-se que nem todos percebem que dentro do Rio Grande do Sul também existe variação. Na análise comparativa realizada entre os resultados encontrados na tarefa de decisão lexical e no questionário de crenças, verificou-se que o bom desempenho no processamento dos estímulos não teve relação com crenças mais positivas sobre a variação linguística, sendo o contrário também válido. De maneira geral, constatou-se que as crenças linguísticas dos estudantes não apresentaram relação com o processamento das palavras. Conciliar uma abordagem psicolinguística com conclusões sociolinguísticas pode ajudar a melhorar a compreensão sobre como a variação linguística é pensada, representada e processada pelos estudantes concluintes do Ensino Fundamental II e trazer implicações para o ensino de língua materna.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Limberger, Bernardo Kolling
dc.subject.cnpq1LETRASpt_BR


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