Show simple item record

dc.creatorPalma, Matheus Giacomini
dc.date.accessioned2020-05-13T16:56:07Z
dc.date.available2020-05-12
dc.date.available2020-05-13T16:56:07Z
dc.date.issued2015-09-24
dc.identifier.citationPALMA, Matheus Giacomini. Psicologia platônica: imortalidade, tripartição e as consequências do desejo. 2015. 109 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Instituto de Filosofia, Sociologia e Política. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/5327
dc.description.abstractThis study aimed to consists an exegesis of the concept of soul present in the philosophy of Plato. Study the soul in this author is enter in their psychological conceptions, which are divided into immortality, triparartition and their relations with the desire. The immortality of the soul is grounded from cyclical phenomenon that it hits between life and death, that is, from one incarnation to another. While it is embodied, it presents a cognitive character, which allows it to contemplate the Forms that can be recollected during incarnation. This enables the phenomenon of the subject understand that something is equal, beautiful and everything that participates of what is immutable. As the Forms are necessarily the cause of everything that does not belong to the intelligible world, the soul carries the Form of Life. This can not be allowed while death, which guarantees the status of their immortality. The concept of soul acquires a new formulation in Book IV of the Republic. If before she had the characteristic of rational unit in the subsequent dialogue Phaedo, now she gains the characteristic of being tripartite. The rational element, the irascible and appetitive consist of the three soul parts, which are based from the political analogy. With the abandonment of the unitary character of the soul, the body is not responsible for any cause of desire because the rational desire or the appetitive belong only in the soul. The soul of the subject who has the virtue of justice allows each part of the soul to function according to their nature, i.e. the rational element in the command, in alliance with the irascible part, which together command the bulk of the soul, the element appetitive. With refining the concept of soul, each part promotes impulses in the subject to seek their pleasure of each. The pleasure of the rational part is the learning, the irascible in the honors and the appetitive in the pleasures of food, drink and sex, as well as those unacceptable under the law. All desire is an empty and attempting obtaining pleasure consists of a repletion of movement that only he who seeks pleasure in wisdom reaches a kind of fullness. Desires from the irascible and appetitive parts consist of objects of false pleasures, because they do not belong to the intelligible world, constituting only simulacra. With the political analogy that the author demonstrates the consequences of that which directs every kind of desire. The philosopher is the happiest of all because it is the only one able to fill the void of his desire to what is real. While the tyrant occupies the opposite of this figure because it can never abandon his empty. Therefore, he consumes objects away of being, thus ensuring their unhappiness and insatiability.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectAlmapt_BR
dc.subjectImortalidadept_BR
dc.subjectTripartiçãopt_BR
dc.subjectDesejopt_BR
dc.subjectFelicidadept_BR
dc.subjectPhilosophypt_BR
dc.subjectSoulpt_BR
dc.subjectImmortalitypt_BR
dc.subjectTripartitionpt_BR
dc.subjectDesirept_BR
dc.subjectHappinesspt_BR
dc.titlePsicologia platônica: imortalidade, tripartição e as consequências do desejo.pt_BR
dc.title.alternativePlatonic Psychology: immortality, tripartition and the consequences of desire.pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0680281901292811pt_BR
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5127708328452389pt_BR
dc.description.resumoO objetivo do trabalho consiste em uma exegese do conceito de alma presente na filosofia de Platão. Estudar a alma nesse autor é adentrar em suas concepções psicológicas, as quais são divididas entre imortalidade, tripartição e suas relações com o desejo. A imortalidade da alma é fundamentada a partir do fenômeno cíclico que ela atinge entre a vida e a morte, isto é, entre uma encarnação e outra. Enquanto não está encarnada, ela apresenta um caráter cognitivo o qual permite que ela contemple as Formas que podem ser rememoradas durante a encarnação, o que possibilita o fenômeno do sujeito compreender que algo é igual, belo e tudo aquilo que participa daquilo que é imutável. Como as Formas são necessariamente a causa de tudo aquilo que não pertence ao mundo inteligível, a alma carrega em sua formação a Forma da Vida, a qual não pode admitir ao mesmo tempo a morte, o que garante o status de sua imortalidade. O conceito de alma adquire uma nova formulação no livro IV da República, pois se antes ele possuía a característica de unidade racional, no diálogo posterior ao Fédon, ela ganha a característica de ser tripartite. O elemento racional, o irascível e o apetitivo consistem em as três partes da alma, as quais são fundamentais para analogia política. Com o abandono do caráter unitário da alma, o corpo é desresponsabilizado por qualquer causa do desejo, pois o desejar racional ou o apetitivo são atribuições somente da alma. A alma do sujeito que contém a virtude da justiça permite que cada parte da alma funcione de acordo com sua natureza, ou seja, o elemento racional no comando, tendo como aliado a parte irascível, que juntas comandam a maior parte da alma, o elemento apetitivo. Com a refinação do conceito de alma, cada parte promove impulsos no sujeito para que busque o prazer respectivo de cada uma. O prazer da parte racional consiste no aprender, a do irascível nas honras e no apetitivo desde os prazeres da comida, bebida e sexo, como também aqueles inaceitáveis perante a lei. Todo o desejo é um vazio e a tentativa da obtenção de prazer consiste em um movimento de repleção que somente aquele que busca o prazer na sabedoria atinge uma espécie de plenitude. Os desejos provenientes das partes apetitiva e irascível consistem em objetos de prazeres falsos, pois esses não pertencem ao mundo inteligível, constituindo somente simulacros. Com a analogia política, o autor demonstra as consequências daquele que se direciona para o caminho da virtude ou do vício. O filósofo é o mais feliz de todos porque é o único capaz de preencher o vazio do seu desejo com o que é real, enquanto o tirano ocupa o contrário desta figura, pois nunca consegue abandonar seu vazio, pois só consome objetos afastados do ser, garantindo assim, sua infelicidade e insaciabilidade.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia, Sociologia e Politicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.contributor.advisor1Hobuss, João Francisco Nascimento


Files in this item

Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record