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dc.contributor.advisorBussoletti, Denise Marcos
dc.creatorAlves, Joice do Prado
dc.date.accessioned2016-04-11T14:04:28Z
dc.date.available2016-04-11T14:04:28Z
dc.date.issued2014-02-14
dc.identifier.citationALVES, Joice do Prado. Cinema, educação e morte: quando a infância encontra a guerra. 2014. 219 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpel.edu.br/handle/ri/2802
dc.description.abstractThe enchanted world of film invites us to enter it in subtle ways and through image, leads us to question what is around us and also to rethink our role as social individuals. Working with Walter Benjamin, this work rightly questioned the cinematic technical apparatus, investigating their educational potential and inquiring the place occupied by children, by death and by war in this films. Positioning the conflicts of World War II and European totalitarian regimes such as historical contexts, we analyze here the films "Pan's Labyrinth" (2006), "The Tin Drum" (1979) and "Victims of the Storm" (1946), to understand the allegories present in the deaths of children's characters of these films, as well as positioned and question the image as an important channel of dialogue with the contemporary student. Through the work of Walter Benjamin, Marcel Martin, Henry Giroux, Neil Postman, Solange Jobim and Souza, Sandra Jovchelovitch and Jorge Larrosa, we discuss the concepts of childhood, representation, death, allegory and educator cinema. In appropriating own technical field on film, use of the process of découpage main methodological way, since it allowed us to study the structure of the film and then collect our data. At the end of our analysis we concluded, as Walter Benjamin argued, death and destruction are not the end, but open possibilities of resumption. In the allegory of these deaths is restlessness to the adult viewer, who can reflect on their relationship with the children and about their own daily wars.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.titleCinema, educação e morte: quando a infância encontra a guerrapt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4414774J6pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4727342Z8pt_BR
dc.description.resumoO universo encantado do cinema nos convida a adentrá-lo de maneira sutil e, através da imagem, nos leva a questionar o que está ao nosso redor e também a repensar nosso papel enquanto indivíduos sociais. Nos rastros de Walter Benjamin, neste trabalho questionamos justamente o aparato técnico cinematográfico, investigando suas potencialidades educacionais e inquirindo o lugar ocupado pela infância, pela morte e pela guerra dentro das películas. Posicionando os conflitos da Segunda Guerra Mundial e os regimes totalitário europeus como contextos históricos, analisamos aqui os filmes "O Labirinto do Fauno" (2006), "O Tambor" (1979) e "Vítimas da Tormenta" (1946), para pensarmos as alegorias presentes nas mortes dos personagens infantis desses filmes, bem como posicionamos e questionamos a imagem enquanto uma importante via de diálogo com o aluno contemporâneo. Por meio dos trabalhos com Walter Benjamin, Marcel Martin, Henry Giroux, Neil Postman, Solange Jobim e Souza, Sandra Jovchelovitch e Jorge Larrosa, discutimos os conceitos de infância, representação, morte, alegoria e cinema educador. Nos apropriando de técnicas próprias ao campo cinematográfico, utilizamos do processo de decupagem como principal caminho metodológico, já que o mesmo nos permite estudar as estruturas do filme e também abre um amplo campo para coleta de dados. Ao fim de nossa análise concluímos que, como defendia Walter Benjamin, a morte e a destruição não representam o fim, mas abrem possibilidades de recomeço. Na alegoria dessas mortes fica o desassossego ao espectador adulto, que pode refletir sobre sua relação com a infância e sobre suas próprias guerras cotidianas.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROSpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR


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