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dc.creatorMohammed, Francine Furtado Vieira
dc.date.accessioned2024-11-02T01:58:03Z
dc.date.available2024-11-02T01:58:03Z
dc.date.issued2024-03-13
dc.identifier.citationMOHAMMED, Francine Furtado Vieira. Escrita Nanã. 2023. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14448
dc.description.abstractNão apresenta.pt_BR
dc.description.sponsorshipSem bolsapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectTeatropt_BR
dc.subjectExperiência educativapt_BR
dc.titleEscrita Nanãpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0558720619558236pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3000225561008826pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho investiga a escrita de pesquisa, como experiência, articulando os conceitos de Walter Benjamin(experiência) e de Marília Amorim (escrita de pesquisa), problematizando a escrita da pesquisa como um espaço de reflexibilidade e alteridade em direção a Outra da investigadora. Este trabalho se verifica através da interlocução entre a obra de Camille Claudel e a literatura de Clarice Lispector tendo a Educação, como cenário principal, o teatro como experiência de fundo, e a arte, especificamente, a literatura, a escultura e a música, como aliadas perspectivas. Parto das reflexões iniciadas através da minha participação como atriz no espetáculo teatral “Uma carta para Camille”, criada e dirigida pelo ator e diretor Hélcio Fernandes Júnior. Sustento a tese de que é por entre as mãos, o barro e o corpo que a escrita de pesquisa, pelo teatro, se faz como Escrita Nanã, e por uma pedagogia, que abdicando do nome, se mostra pela obra e pela vida, como Onda, ou como Sopro de Vida. A problematização se estabelece em busca da quarta dimensão a linguagem. Pela metodologia articulo as contribuições principais da etnografia surrealista (James Clifford), através da alargamento desta proposto pelo grupo de pesquisa(GIPNALS), ou seja, entre a perspectiva benjaminiana e de alguns de seus principais comentadores, como Michael Löwy, Jean-Marie Gagnebin, Olgária Matos, com outros trabalhos que se dedicam a pensar a descolonização pelo campo educacional tendo a macumbaria como perspectiva, tais como Luiz Antônio Simas e Luiz Rufino e com autoras, mulheres, que auxiliam na defesa do que neste trabalho acatamos como uma escrita de um feminino de ninguém, entre estas autoras, Simone de Beauvoir, Grada kilomba, bell Hooks, Carla Akotirene, Lucia Castelo Branco, entre outras. Esta articulação metodológica resulta no que propomos, a partir do trabalho de Denise Bussoletti, como sendo a surrealização da escrita de pesquisa, um sentido poético e político, aos desafios educativos. A composição textual é construída através do cronotopos cênico teatral e de metáforas, como atos, cenários, cenas, como recurso. Também são elementos metodológicos centrais, a montagem através dos fragmentos, do exercício da arte de citar sem aspas e das imagens, denominadas como impressão e não como ilustração e da noção de amarração (RUFINO, 2004). O corpo do trabalho é proposto em duas partes, uma parte escrita Parte 1- Ato - Escrita e Parte 2- Escrita Ato, cuja experiência teatral realizada durante a defesa do trabalho foi convertida em um vídeo experimental e faz parte da composição final deste trabalho.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Bussoletti, Denise Marcos
dc.subject.cnpq1EDUCACAOpt_BR


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