dc.creator | Peres, Eliane Teresinha | |
dc.creator | Ramil, Chris de Azevedo | |
dc.date.accessioned | 2021-03-09T15:45:35Z | |
dc.date.available | 2021-03-09T15:45:35Z | |
dc.date.issued | 2018 | |
dc.identifier.citation | PERES, Eliane; RAMIL, Chris de Azevedo. Cartilhas, pré-livros, livros de alfabetização, livros para o ensino inicial da leitura e da escrita: guardá-los e estudá-los, para quê?. Revista Linhas.Florianópolis, v. 19,n. 41,p. 34-64,set./dez.2018. DOI: 10.5965/1984723819412018034http://dx.doi.org/10.5965/1984723819412018034. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/linhas/article/view/1984723819412018034. Acesso em: 8 de março de 2021. | pt_BR |
dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7237 | |
dc.description.abstract | Este artigo tem como objetivo principal discutir a importância da constituição de acervos de livros para o ensino inicial da leitura e da escrita, historicamente denominados de Cartas ABC, cartilhas, livros de leitura, pré-livros, livros de alfabetização, entre outros. Além disso, o intuito é discorrer sobre as possibilidades de pesquisas sobree comesse artefato cultural, que é parte importante da vida escolar e, portanto, da cultura material da escola. A referência para a discussão dos aspectos mencionados é a experiência do grupo de pesquisa História da Alfabetização, Leitura e dos Livros Escolares (Hisales), vinculado à Faculdade de Educação da Universidade Federal de Pelotas (FaE/UFPel), desenvolvida desde o ano de 2006. Atualmente, com um acervo de 1488 livros didáticos para o ensino inicial da leitura e da escrita –assim denominado para justamente abarcar as diferentes denominações que tal suporte foi tendo ao longo da história –, algumas pesquisas já foram realizadas e algumas delas são aqui referidas. Desses livros, 1254 exemplares são nacionais; outros 65 exemplares são de autoria e/ou de editoras gaúchas, que estão armazenados separadamente pela natureza das pesquisas desenvolvidas no referido grupo; 43 deles são “artesanais”, ou seja, feitos por professoras ou por um grupo de docente; e, finalmente, 126 livros são estrangeiros (produzidos em diferentes países e várias línguas). Acredita-se que com ações deste tipo, de guarda, preservação e pesquisa, é possível colaborar com a história da educação regional e nacional, em especial ao que se refere à história da alfabetização, da leitura e da escrita. | pt_BR |
dc.language | por | pt_BR |
dc.publisher | UDESC | pt_BR |
dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
dc.subject | Acervos | pt_BR |
dc.subject | Cartilhas | pt_BR |
dc.subject | Pré-livros | pt_BR |
dc.subject | Livros de alfabetização | pt_BR |
dc.subject | Leitura e escrita | pt_BR |
dc.subject | Archives | pt_BR |
dc.subject | Primers | pt_BR |
dc.subject | Pre-primers | pt_BR |
dc.subject | Alphabet books | pt_BR |
dc.subject | Reading and writing | pt_BR |
dc.title | Cartilhas, pré-livros, livros de alfabetização, livros para o ensino inicial da leitura e da escrita: guardá-los e estudá-los, para quê?. | pt_BR |
dc.title.alternative | Primers, pre-primers, textbooks for teaching reading and writing: why keep them and study them?. | pt_BR |
dc.type | article | pt_BR |
dc.identifier.doi | http://dx.doi.org/10.5965/1984723819412018034 | |