| dc.creator | Dias, Candice Soares | |
| dc.date.accessioned | 2023-05-02T21:54:23Z | |
| dc.date.available | 2023-05 | |
| dc.date.available | 2023-05-02T21:54:23Z | |
| dc.date.issued | 2022-09-26 | |
| dc.identifier.citation | DIAS, Candice Soares. Estudo da vida útil do azeite extravirgem e da extração por
ultrassom de extrato lipídico de bagaço de oliva 2022. 86f. Dissertação (Mestrado
em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Curso de Mestrado Profissional em Ciência e
Tecnologia de Alimentos, Faculdade de Agronomia ―Eliseu Maciel‖, Universidade
Federal de Pelotas, Pelotas, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/9315 | |
| dc.description.abstract | The production of olive oil has developed in Brazil and especially in Rio Grande do Sul.
The quality of olive oils, as well as their shelf life, are important aspects to be
considered. The study of shelf life is necessary to understand the reactions and
degradation factors of olive oil and thus determine the time for its shelf life. The
processing of olive oil generates olive pomace and wastewater as waste. Olive pomace
has been used as an organic compound, but it is a source of a lipid fraction. The
objective was to investigate the quality parameters of commercial extra virgin olive oil
produced in the Campanha Region in Rio Grande do Sul during storage, and the
ultrasound-assisted extraction method to recover the lipid extract of olive pomace from
the residue of the olive oil agroindustry. . Commercial olive oil was characterized at zero
time, compared to the criteria and limits recommended by national and international
bodies. The oil was kept for 18 months with the incidence of natural and artificial light
during the day and in the dark at night, at room temperature (16.1 to 26.5°C), during
which time it was evaluated for quality parameters established by Brazilian legislation,
and the total phenolic compounds. The oil remained stable until the 8th month when it
presented a value of 0.23 for an extinction coefficient at 270nm, in the 14th month with
2.52 for an extinction coefficient at 232nm and in the 17th month with a free acidity of
0.90% in ac, oleic. The chemical changes observed up to the 18th month showed
deterioration and compromised the quality of the oil, although it does not classify it as
unfit for consumption. The in natura olive pomace resulting from the extraction of olive
oil by the two-phase process and the lyophilized pomace were characterized,
presenting, respectively, 70.77 and 7.25% of moisture, 1.52 and 2.48% of ash, 7 71 and
22.57% of lipids, 1.48 and 11.93% of proteins, 7.84 and 24.87% of crude fiber and
10.68 and 30.95% of other carbohydrates; the antioxidant activity was also evaluated,
which was 93.27 and 91.22% of inhibition (radical DPPH●
) and the total content of
phenolic compounds, which was 65.17 and 111.22 mg EAG 100g-1
of oil. To obtain the
bagasse lipid extract by ultrasound, the lyophilized bagasse was added with solvent
(ethanol) and subjected to sonication at different bagasse:solvent ratios (1:2 to 1:18),
times (30 to 60 minutes) and temperatures of extraction (30 to 60°C), according to a
complete factorial experimental design (23). Response variables were lipid extract yield,
total phenols and antioxidant activity. In the extraction of lipid extract from olive pomace,
the highest yield was 44.41% in the treatment where the proportion was 1:10, time of 45
min and temperature of 45ºC. The recovery of phenolic compounds from the lipid
extract of olive pomace obtained better results in the treatment with 130.62mg of EAG
100g-1 of oil in the proportion of 1:2, time of 60 min and temperature of 30ºC. The
antioxidant activity of the lipid extract was preserved in all working conditions studied,
demonstrating the effectiveness of the method that did not degrade compounds of
interest for this parameter. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Olea europaea L. | pt_BR |
| dc.subject | Azeitona | pt_BR |
| dc.subject | Resíduo | pt_BR |
| dc.subject | Armazenamento | pt_BR |
| dc.subject | Extração de óleo | pt_BR |
| dc.subject | Residue | pt_BR |
| dc.subject | Storage | pt_BR |
| dc.subject | Oil extraction | pt_BR |
| dc.title | Estudo da vida útil do azeite extravirgem e da extração por ultrassom de extrato lipídico de bagaço de oliva | pt_BR |
| dc.title.alternative | Study of the shelf life of extra virgin olive oil and Ultrasonic extraction of olive pomace oil | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/6344920510358688 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/9182448088756765 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co1 | Crexi, Valéria Terra | |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5769618461481408 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A produção de azeite de oliva tem se desenvolvido no Brasil e em especial no Rio
Grande do Sul. A qualidade dos azeites de oliva, bem como sua vida útil, são
importantes aspectos a serem considerados. O estudo da vida útil é necessário para
compreender as reações e fatores de degradação do azeite e desta forma determinar o
tempo para sua validade. O processamento do azeite gera como resíduos o bagaço de
oliva e as águas residuais. O bagaço de oliva tem sido utilizado como composto
orgânico, porém é fonte de uma fração lipídica. Objetivou-se investigar o os parâmetros
de qualidade do azeite extravirgem comercial produzido na Região da Campanha no
Rio Grande do Sul durante o armazenamento, e o método de extração por ultrassom
assistida para recuperar o extrato lipídico do bagaço de oliva do resíduo da
agroindústria de azeite. O azeite de oliva comercial foi caracterizado no tempo zero,
comparativamente aos critérios e limites preconizados em órgãos nacionais e
internacionais. O azeite foi mantido ao longo de 18 meses com incidência de luz natural
e artificial durante o dia e no escuro à noite, sob temperatura ambiente (16,1 a 26,5°C),
período em que foi avaliado quanto aos parâmetros de qualidade estabelecidos pela
legislação brasileira, e aos compostos fenólicos totais. O azeite manteve-se estável até
o 8º mês quando apresentou valor de 0,23 para coeficiente de extinção a 270nm, no
14º mês com 2,52 para coeficiente de extinção a 232nm e no 17º mês com acidez livre
de 0,90% em ác, oleico. As alterações químicas constatadas até o 18° mês
evidenciaram deterioração e comprometimento à qualidade do azeite, embora não o
classifique como impróprio para o consumo. O bagaço de oliva in natura resultante da
extração do azeite pelo processo de duas fases e o bagaço liofilizado foram
caracterizados, apresentando, respectivamente, 70,77 e 7,25% de umidade, 1,52 e
2,48% de cinzas, 7,71 e 22,57% de lipídios, 1,48 e 11,93 % de proteínas, 7,84 e
24,87% de fibra bruta e 10,68 e 30,95% de outros carboidratos; também foi avaliada a
atividade antioxidante que foi de 93,27 e 91,22% de inibição (radical DPPH●
) e o
conteúdo total de compostos fenólicos que foi de 65,17 e 111,22 mg EAG 100 g
-1
de
óleo. Para obtenção do extrato lipídico do bagaço por ultrassom, o bagaço liofilizado foi
acrescido do solvente (etanol) e submetido à sonicação em diferentes proporções
bagaço:solvente (1:2 a 1:18), tempos (30 a 60 minutos) e temperaturas de extração (30
a 60°C), segundo planejamento experimental fatorial completo (23
). As variáveis
resposta foram rendimento de extrato lipídico, fenóis totais e atividade antioxidante. Na
extração do extrato lipídico de bagaço de oliva o maior rendimento foi de 44,41% no
tratamento onde a proporção foi de 1:10, tempo de 45 min e temperatura de 45ºC. Já a
recuperação de compostos fenólicos do extrato lipídico de bagaço de oliva obteve
melhor resultado no tratamento com 130,62mg de EAG 100 g -1 de óleo na proporção
de 1:2, tempo de 60 min e temperatura de 30ºC. A atividade antioxidante do extrato
lipídico foi preservada em todas as condições de trabalho estudadas, demonstrando
eficácia do método que não degradou compostos de interesse para este parãmetro. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPel | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Rodrigues, Rosane da Silva | |