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dc.creatorLago, Thalyta Bruna Costa do
dc.date.accessioned2023-08-01T22:55:32Z
dc.date.available2023-08-01
dc.date.available2023-08-01T22:55:32Z
dc.date.issued2022-05-06
dc.identifier.citationLAGO, Thalyta Bruna Costa do. Herta Müller: as palavras apátridas, redentoras palavras 2022. 76f. Dissertação (Mestrado em Letras - Literatura, Cultura e Tradução) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Centro de Letras e Comunicação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/9881
dc.description.abstractHerta Müller ist eine Künstlerin, die Prädikate sammelt, vor allem als Schriftstellerin, Essayistin und Dichterin. Es ist kein Zufall, dass alle diese Beschreibungen eng mit dem Umgang mit dem Wort verbunden sind. Die Autorin artikuliert den pantomimischen Mechanismus der Sprache in einem Versuch, die Erfahrungen, die nicht auf die Ebene des Wortes gestellt werden können, mit denen zu verbinden, die bereits in der Welt existieren. Um den Begriff der Pantomime verständlich zu machen, möchte ich zunächst eine Parallele ziehen zwischen der Aneignung dieses Begriffs im antiken Griechenland und seiner heutigen Lesart durch Deleuze. Anschließend möchte ich die Müllersche Konzeption der Pantomime anhand von Beispielen aus zwei Werken der Autorin analysieren, nämlich Atemschaukel (2011) und Immer derselbe Schnee und immer derselbe Onkel (2012), die ich als Analyseobjekte verwenden werde. Ich beabsichtige auch, im Lichte von Benjamin und Didi-Huberman nach den dialektischen Bildern zu fragen, die sich aus dem Experimentieren zwischen Wörtern ergeben. Schließlich beabsichtige ich, die in dem Werk angesprochenen Bilder auf der Grundlage des Traumakonzepts zu lesen, und stütze mich dabei auf die Beiträge Freuds. Schlusswörterpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectPantomimaspt_BR
dc.subjectPantomima da linguagempt_BR
dc.subjectImagens dialéticaspt_BR
dc.subjectTraumapt_BR
dc.subjectPantomimept_BR
dc.subjectAtemschaukelpt_BR
dc.subjectDas dialektische bildpt_BR
dc.titleHerta Müller: as palavras apátridas, redentoras palavraspt_BR
dc.title.alternativeHerta Müller: die heimatlosen Wörter, erlösende Wörterpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoHerta Müller é uma artista que coleciona predicativos, sendo escritora, ensaísta e poeta os principais. Não por coincidência, todos esses descritivos estão intimamente relacionados ao manejo com a palavra. A autora articula o mecanismo de pantomima da linguagem na tentativa de atingir as experiências que não podem ser colocadas no nível da palavra com as que já existem no mundo. A começar, para tornar compreensível o conceito de pantomima, pretendo traçar um paralelo entre a forma como tal ideia era apropriada na Grécia Antiga e como foi lida por Deleuze, nos dias atuais. Em seguida, analiso a concepção de pantomima mülleriana com auxílio de exemplos destacados de duas obras da autora, sendo elas Atemschaukel (2011) e Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio (2012), as quais adotarei como objetos de análise. Tenciono ainda, à luz de Benjamin e Didi-Huberman, inquirir as imagens dialéticas que resultam da experimentação entre as palavras. Por fim, realizo uma leitura das imagens levantadas na obra a partir do conceito de trauma e lanço mão, para tanto, das contribuições de Freud.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Ribeiro, Helano Jader Cavalcante
dc.subject.cnpq1LETRASpt_BR


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