| dc.creator | Rocha, Mariane Pereira | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-23T15:30:03Z | |
| dc.date.available | 2024-10-23T15:30:03Z | |
| dc.date.issued | 2024-02-06 | |
| dc.identifier.citation | ROCHA, Mariane Pereira. “E como não há foto alguma desse encontro, reúno-os aqui”: fotografia e cinema nas poéticas de Leila Danziger e Marília Garcia. 2024. 183 f. Tese de doutorado (Doutorado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Centro de
Letras e Comunicação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14367 | |
| dc.description.abstract | This research discusses intermediality in contemporary Brazilian poetry,
based on the lyrics of Marília Garcia and Leila Danziger and focusing on the relationships
established with photography and cinema. The analysis unfolds into three chapters,
aiming to identify how intermediality manifests itself in the authors' works, investigating
the similarities and differences in the approach to self-reflection, time and space. The
methodology adopted involved comparative literature procedures, based on
intermediality studies, guided especially by the intermedial categories proposed by Irina
Rajewsky (2005; 2012). As a corpus of analysis, for the development of this thesis, we
use the poetics of Marília Garcia in 20 poemas para o seu walkman (2007), Um teste de
resistores (2015), Câmera lenta (2017) and parque das ruínas (2018), as well as Leila
Danziger's poetry in Três ensaios de fala (2012), Ano novo (2016), C'est loin Bagdad
[fotogramas] (2018) and Cinelândia (2021). The analyzes prove our hypothesis that
images are constitutive elements of the poetics of both poets, not only as an important
theme for contemporary times, but as a resource for understanding and elaborating the
poetic process itself, personal and historical memories and space. The conclusions
indicate that, although intermediality is a prominent feature in the authors' poetics, the
word does not have its power reduced; on the contrary, images are often used to broaden
the reflection on the word itself, enhancing it and helping it in what is possible to say.
This becomes clear when we see that, in proportion, the presence of intermedia references
is much more intense than that of the combination of media, that is, the poem is,
repeatedly, responsible for materializing, in words, the images it uses. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Leila Danziger | pt_BR |
| dc.subject | Marília Garcia | pt_BR |
| dc.subject | Intermidialidade | pt_BR |
| dc.subject | Fotografia | pt_BR |
| dc.subject | Cinema | pt_BR |
| dc.title | “E como não há foto alguma desse encontro, reúno-os aqui”: fotografia e cinema nas poéticas de Leila Danziger e Marília Garcia | pt_BR |
| dc.title.alternative | “E como não há foto alguma desse encontro, reúno-os aqui”: photography and cinema in Leila Danziger and Marília Garcia’s poetry | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorID | https://orcid.org/0000-0002-0126-8063 | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/1196187972677645 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/5779140095343632 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa discute a intermidialidade na poesia brasileira contemporânea,
a partir das líricas de Marília Garcia e Leila Danziger, com foco nas relações estabelecidas
com a fotografia e o cinema. A análise se desdobra em três capítulos, visando identificar
como a intermidialidade se manifesta nas obras das autoras e investigando as semelhanças
e diferenças na abordagem da autorreflexão, do tempo e do espaço em suas poéticas. A
metodologia adotada envolveu os procedimentos da literatura comparada, a partir dos
estudos de intermidialidade, guiada especialmente pelas categorias intermidiáticas
propostas por Irina Rajewsky (2005; 2012). Como corpus de análise, para o
desenvolvimento desta tese, foram utilizadas a poética de Marília Garcia em 20 poemas
para seu walkman (2007), Um teste de resistores (2015), Câmera lenta (2017) e parque
das ruínas (2018), e a poesia de Leila Danziger em Três ensaios de fala (2012), Ano novo
(2016), C’est loin Bagdad [fotogramas] (2018) e Cinelândia (2021). As análises
comprovam nossa hipótese de que as imagens são elementos constitutivos das poéticas
das duas poetas, não apenas como uma temática importante para a contemporaneidade,
mas como recurso para a compreensão e elaboração do próprio processo poético, das
memórias pessoais e históricas e do espaço que as poetas habitam e frequentam. As
conclusões indicam que, embora a intermidialidade seja uma característica proeminente
nas poéticas das autoras, a palavra não tem seu poder reduzido; pelo contrário, as imagens,
com frequência, são empregadas para ampliar a reflexão sobre a própria palavra,
potencializando-a e auxiliando-a naquilo que é possível dizer. Isso fica explicitado
quando vemos que, em proporção, a presença das referências intermidiáticas é muito mais
intensa do que da combinação de mídias, ou seja, os poemas são, repetidamente, lugares
de materialização, em palavras, das imagens. | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPel | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | LINGUISTICA, LETRAS E ARTES | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Martins, Aulus Mandagará | |
| dc.subject.cnpq1 | LETRAS | pt_BR |