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Fenologia e evolução de maturação de frutos oliveira na região da Serra do sudeste e Campanha do Rio Grande do Sul

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Tese_Juliana Padilha da Silva.pdf (3.675Mb)
Fecha
2021-08-26
Autor
Silva, Juliana Padilha da
Metadatos
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Resumen
A oliveira (Olea europaea) é a principal espécie arbórea com interesse agronômico na área mediterrânea. Apesar da produção estar aumentando no Rio Grande do Sul e da elevada qualidade do azeite produzido nessa região, ainda há necessidade de mais avaliações do efeito do clima relacionado aos estágios fenológicos da cultura. A fenologia consiste no estudo da ocorrência de eventos biológicos periódicos na vida de uma planta e da sua relação com o ambiente, em especial com o clima, e com isso, o conhecimento sobre a fenologia permite compreender a relação entre as características morfológicas e fisiológicas da planta. No primeiro experimento as avaliações foram realizadas nos ciclos de 2017/2018 e 2018/2019, em cinco variedades de oliveira: Arbequina, Koroneiki, Arbosana, Coratina e Manzanilla, em um olival localizado no município de Cachoeira do Sul – Rio Grande do Sul. Para as determinações fenológicas foram observadas as datas de início floração, plena floração, frutificação efetiva e mudança de coloração. As avaliações de fenologia foram realizadas semanalmente. Considerando as condições experimentais em que a pesquisa foi realizada, conclui-se que o comportamento fenológico da oliveira se mostrou dependente da variedade e das condições ambientais. O segundo experimento foi realizado durante os ciclos de 2019/2020 e 2020/2021sob a mesma metodologia, entretanto, foi conduzido no município Pinheiro Machado – RS, em seis cultivares de oliveira: Arbequina, Koroneiki, Arbosana, Frantoio, Picual e Manzanilla. Os resultados obtidos evidenciaram que houve diferença fenológica entre as cultivares e entre ciclos. O terceiro experimento tem como objetivo determinar os índices de maturação de azeitonas extraídas de diferentes cultivares de oliveira no município de Pinheiro Machado - Rio Grande do Sul. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com esquema fatorial composto por cinco variedades (Arbequina, Arbosana, Koroneiki, Frantoio e Coratina) e duas épocas de colheita (5 x 2). Conclui-se que o índice de maturação dos frutos para maior rendimento dos azeites, deve se situar em um intervalo de 1,50 – 2,50, para as cultivares Arbequina, Koroneiki e Coratina. O rendimento máximo dos azeites, varia de acordo com a cultivar e o ano de cultivo, destacando-se a cultivar Koroneiki que obteve o maior rendimento (21.80%). Para as variáveis acidez e índice de peróxido, os resultados obtidos estão conforme a legislação vigente. A variável K232 e K270 apresentaram valores dentro do limite estipulado, com exceção da cultivar Coratina.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17035
Colecciones
  • PPGA: Dissertações e Teses [396]

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